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abr 15

O Colegiado de História do Departamento de Ciências Humanas (DCH) no Campus I da UNEB, em Salvador, vai realizar um debate sobre o documentário Chuva de Março, amanhã (15), das 8h às 12h30, na unidade.

A atividade, promovida em parceria com o Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupe), vai abordar o tema “Ditadura em Foco”.

Entre os convidados para o debate estão o autor do documentário e professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Johny Guimarães e dos docentes Ilamar Leocádia Vianna, da Universidade Católica de Salvador (UCSAL) e Sérgio Guerra, da UNEB.

A iniciativa é aberta ao público, e os participantes receberão certificado de Atividade Curricular Complementar (ACC).

Informações: Nupe/DCH – tel. (71) 3117-2455.

abr 15

O Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente (Forprof- BA) realiza o I Workshop de Educação Matemática da Bahia, em parceria com o Instituto Anísio Teixeira (IAT), órgão vinculado a Secretaria da Educação (SEC).

O evento acontecerá nos dias 5 e 6 de maio, no IAT, em Salvador. O tema será Dia da Matemática: o que estamos fazendo para garantir o direito de aprender Matemática?. Os interessados poderão se inscrever no site do evento. A atividade, com vagas limitadas, é voltada para professores e estudantes da educação básica e superior.

O workshop tem como objetivo construir uma agenda de ações e pautas para o V Fórum Baiano das licenciaturas em Matemática, que acontecerá em agosto de 2014. A programação reserva painéis e mostra de experiências.

Informações: IAT – tel. (71) 3116-9012.

abr 14

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A CLAVE, empresa de consultoria de recursos humanos, abriu inscrições para o Programa de Estágio COELBA 2014 (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia) que é uma das empresas controladas pela holding Neoenergia S.A.

Perfil do Estagiário COELBA:

Previsão de Formatura: de Dezembro/2015 a Dezembro/2016;

Cursos Elegíveis: Administração, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Ciências da Computação, Ciências Ambientais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas), Comunicação Visual, Desenho Industrial, Design, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Geografia, Geologia, Informática, Jornalismo, Marketing, Pedagogia, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Secretariado Executivo, Serviço Social e Sistemas de Informação.

Os candidatos interessados devem se inscrever no site: www.neoenergia.com

As dúvidas podem ser sanadas através do e-mail exclusivo do programa: neoenergiacoelba@claveconsultoria.com.br .

abr 14

PORTARIA Nº 1.088/2014

O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB), no uso de suas atribuições legais e regimentais, estabelece as normas de jornada de trabalho e dos procedimentos para registro e controle de frequência dos Servidores e Agentes Públicos, no âmbito da UNEB, considerando:

- os princípios e normas constitucionais elencados no Capítulo VII do Título III da Constituição Federal de 1988 que norteiam as atividades da Administração Pública;

- as disposições contidas na Lei Federal nº 8.429, de 02 de junho de 1992, que dispõe sobre atos de Improbidade Administrativa;

- as normas contidas na Lei Estadual nº 6.677, de 26 de setembro de 1994, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais, em especial os arts. 175 e 176, que tratam dos deveres e proibições do servidor, os arts. 187, 189 e 190, que tratam sobre a aplicação de penalidades;

- os reflexos do controle do efetivo exercício no serviço público como requisito para concessão de direitos, benefícios e vantagens previstos na citada Lei nº 6.677/94, em especial para fins de cumprimento de estágio probatório, gratificações, adicional por tempo de serviço, férias, licença-prêmio por assiduidade, apuração de tempo de serviço e aposentadoria;

- as normas contidas no Decreto Estadual nº 04, de 18 de março de 1991, que dispõe sobre a jornada de trabalho e registro de frequência dos servidores públicos;

- a autonomia administrativa consolidada pelo princípio da descentralização e pelos preceitos das normas regimentais e estatutárias que orientam esta Autarquia Universitária;

- as recomendações do Tribunal de Contas do Estado da Bahia – TCE;

- a necessidade de reestruturar o prontuário para o projeto de digitalização das informações funcionais;

- a descentralização da gestão de pessoal através da subordinação direta à chefia imediata e a fragilidade no controle de frequência dos servidores;

- a necessidade de composição de um novo organograma institucional, com a definição da subordinação hierárquica;

- a premente necessidade de reforçar o controle efetivo da frequência dos servidores e o efetivo cumprimento da sua jornada de trabalho, abrangendo registros diários e demais mecanismos de controle das atividades funcionais;

- por fim, o compromisso da Administração, com os princípios éticos e morais que norteiam a Administração Pública.

RESOLVE:

Art. 1º – Disciplinar os procedimentos para o efetivo acompanhamento do cumprimento da jornada de trabalho e controle de frequência dos servidores e agentes públicos desta Universidade, na forma dos Anexos I, II, III disponíveis no site www.uneb.br/pgdp;

Art. 2º - Os citados anexos integram esta Portaria e encontram-se disponíveis no site da UNEB para conhecimento de todos os servidores, sobretudo dos dirigentes de setores.

Art. 3º – Estas normas entram em vigor na data de sua publicação.

GABINETE DA REITORIA DA UNEB, 11 de abril de 2014.

José Bites de Carvalho
Reitor

Anexo I

Anexo II

Anexo III

abr 08

A Casa Civil do Governo do Estado da Bahia divulga informativo com as principais recomendações decorrentes da legislação aplicável, que deverão ser observadas por todos os agentes públicos.

O material, que tem a finalidade de nortear a execução das ações governamentais no ano de 2014, deve servir apenas como baliza da ação governamental, já que não substitui a legislação vigente no país.

Confira aqui as Orientações para o Ano Eleitoral 2014

abr 07

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG) está selecionando, até 10 de abril, bolsistas de Iniciação Científica (IC) dos programas da UNEB, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

As inscrições podem ser realizadas no site www.ppg.uneb.br e os documentos exigidos no edital devem ser encaminhados para o Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupe) de cada departamento.

As bolsas de IC só serão concedidas aos estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da instituição, vinculados a projeto ou subprojeto de pesquisa devidamente constituído por professores da universidade.

Informações: PPG – tel. (71) 3344-2950 – e-mail: programaic@uneb.br.

abr 04

A UNEB, por meio da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), divulga a primeira parte do resultado da seleção pública de professores substitutos.

Os candidatos classificados serão convocados pela PGDP para preenchimento das vagas de acordo com a necessidade da instituição e devem apresentar documentação especificada no edital do processo seletivo.

Segundo a Gerência de Seleção Docente da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), novas listas de classificados serão divulgadas nos próximos dias no site www.seleção.uneb.br.

Mais professores

Ao todo, a UNEB vai contratar 121 professores substitutos para 26 departamentos da universidade. São 10 vagas para o campus de Salvador e 111 vagas para diversos departamentos no interior do estado. Foram mais de 1.100 candidatos inscritos. (ver tabela abaixo)

Conforme o Pró-Reitor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), professor Marcelo Ávila, a seleção foi feita através de entrevistas, prova didática e prova de títulos. Os candidatos selecionados irão trabalhar em regime de 40 horas, com remuneração inicial de R$ 2.861,78. A previsão é que esses novos professores já estejam em sala de aula ainda esse semestre.

Ampliar número de vagas – O Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia solicitou à Secretaria Estadual da Educação (SEC) a ampliação do número de vagas para professores disponíveis através de concursos públicos. Para atender essa demanda, a SEC está em processo de elaboração de projeto de lei que será enviado à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) para apreciação dos Deputados.

O Pró-reitor Marcelo Ávila explicou que a aprovação desse projeto de lei vai possibilitar contratações futuras, pois permitirá à admissão de servidores docentes por meio de concurso público para classes que já atingiram a quantidade permitida, como é o caso de professor auxiliar.

Confira no link o quadro de distribuição das vagas e a relação de inscritos por setor : http://ow.ly/vqzCd

abr 03

Evento lotou o Auditório Jurandir Oliveira, no Departamento de Educação. Fotos: Juliana Cardoso/Ascom

xx

Há 50 anos, na madrugada do dia 1º de abril de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. Pautada por repressões, torturas e mortes, a ditadura militar mudou a história do Brasil, suspendeu as liberdades democráticas e iniciou duas décadas de perseguições, torturas e controle da vida política nacional.

Para relembrar e refletir sobre o período ditatorial no Brasil, suas causas e conseqüências, o Departamento de Educação (DEDC) do Campus I da UNEB, em Salvador, promoveu nos dias 31 de março e 1° de abril o Colóquio Resistência Popular 50 anos do Golpe Militar: Ditadura, Lembrar para Jamais Repetir.

“Nosso objetivo é resgatar os heróis e heroínas que lavaram com sangue o chão da nossa terra para construirmos esse momento de democracia que vivemos hoje”, frisou Ricardo Moreno, coordenador do evento e Secretário de Articulação Istitucional (SEAI) da UNEB.

Segundo a Vice-Presidente do Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM-BA), Diva Santana, vivemos as sequelas de uma repressão feroz implantada no Brasil. “É importante que as novas gerações conheçam esse triste período da história e a luta de grandes homens e mulheres para reestabelecer a democracia no Brasil”

Participaram ainda da programação, narrando experiências vivenciadas durante a ditadura, o sociólogo, Joviniano Neto, o médico Carlos Valadares,  a Deputada Federal, Alice Portugal, e os professores da UNEB Manoel Neto, Valdélio Santos e Antônio Dias.

Exibição de documentários e debates – A programação do evento contou com exibições de documentários sobre o período ditatorial a exemplo de “Araguaia – Campo Sagrado”, de Paulo Fonteles Filho e Evandro Medeiros e “ O Dia que Virou 21 anos”, de Camilo Galli Tavares, além de rodas de conversas e depoimentos.

O encerramento das atividades foi marcado pela participação dos músicos Lis Cunha e Wellington Grojão entoando canções de resistência e de luta da época militar, além de apresentações culturais com poesia, exposição de fotografias e de documentos.

abr 02

O Núcleo de Formação de Agentes de Cultura da Juventude Negra – NUFAC chega a Salvador oferecendo 120 vagas para cursos nas áreas de comunicação e cultura. Os cursos são voltados para jovens negros/as entre 15 e 29 anos, oriundos de bairros populares de Salvador. As inscrições iniciam nesta segunda, 31, e vão até 04 de abril.

Para se inscrever, basta levar cópias da Carteira de Identidade, CPF, Comprovante de escolaridade e de residência. O projeto é uma Iniciativa do Ministério da Cultura, através da Fundação Palmares. Em Salvador o Projeto será executado pela ONG Cipó Comunicação Interativa.

Serão oferecidos cinco cursos: Produção Cultural, Produção de Vídeo, Finalização de Vídeo, Assistente de Projeto Visual Gráfico e Webdesign. As inscrições ocorrem no Centro Cultural Plataforma e na Agência de Comunicação do Subúrbio.

Investimento na Juventude Negra – Lançado em 2012, o Edital NUFAC é uma ação da Fundação Cultural Palmares, órgão vinculado ao Ministério da Cultura, para cumprir as diretrizes estabelecidas pelos Plano Plurianual do Governo Federal e Plano Nacional de Cultura – Meta 18 e contribuir para o Plano Juventude Viva de enfrentamento à violência contra a juventude negra.

A iniciativa possibilita a implantação de Núcleos de Formação, voltados para capacitação profissional de jovens negras e negros para o mercado da cultura. Já foram investidos cerca de R$8 milhões com recursos  oriundos do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

Os  NUFAC’s são mais um incentivo à promoção, preservação e difusão do patrimônio e das expressões artístico-culturais afro-brasileiras. É a estratégia da FCP/MinC em busca de alternativas para prevenir as situações de exclusão e violência, ainda presentes nas realidades das mulheres e homens jovens negros do país.

Os núcleos em atividade atualmente estão situados em Volta Redonda/RJ, Olinda/PE, Bela Vista/SP, Anastácio/MS, Salvador/BA, João Pessoa/PB e Codó/MA.

Informações: (71) 3503-4477

abr 02

Toni Vasconcelos
Núcleo de Comunicação

Internacionalização, globalização, estandardização, cosmopolitismo. Esses conceitos ganharam vulto na UNEB nas últimas semanas, com possibilidade de a universidade assinar novo convênio de cooperação e intercâmbio com Portugal.

No centro dos debates, o docente português José Augusto Brito Pacheco, presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho, uma das maiores autoridades mundiais na área de currículo e sistemas educativos entre países.

A convite do Programa de Pós-Graduação em Educação de Jovens e Adultos (Mpeja) da UNEB, no final do mês de março, Pacheco debateu com docentes e discentes o complexo tema da internacionalização da educação, no III Seminário Internacional do Mpeja, iniciativa organizada em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba).

Para começar, o pesquisador lusitano deixou nítida a divergência radical entre internacionalização da educação e globalização, ainda que o primeiro conceito esteja inserido no segunda.

“A ideia de globalização está sempre associada a estandardizar, uniformizar as coisas, deixar tudo plano, sem os relevos próprios de cada nacionalidade, de cada identidade”, explicou.

Na globalização, ou mundialidade, segundo Pacheco, os países centrais impõem seus domínios sobre os países periféricos, em qualquer setor, inclusive o da educação superior.

Como exemplo dessa supremacia no campo da pesquisa e da pós-graduação, o docente citou a predominância do uso da língua inglesa nas seleções de mestrado e doutorado, assim como a exigência de serem traduzidos nesse idioma teses e artigos para que tenham acesso aos principais centros acadêmicos do planeta.

“Publicar um livro em língua portuguesa não tem a mesma dimensão de se publicar em inglês. Nas universidades da Europa, querem que a gente tenha o mesmo domínio da língua inglesa que o falante nativo desse idioma, para dar aulas e outras atividades acadêmicas. Eu sou contra isso, não aceito.”

Esse avanço da globalização na educação, disse Pacheco, evidencia-se também nas atuais redes internacionais de pesquisas, que exigem que o pesquisador de país periférico tenha registro de sua publicação em inglês.

O docente português esclarece que a internacionalização da educação é hoje um movimento de resistência à globalização em seus aspectos mais negativos, a exemplo da estandardização, da uniformização, da submissão às regras do mercado.

“Temos que aproveitar o que há de positivo na globalização, como é o caso da expansão das tecnologias de informação, para fortalecer esse movimento de resistência.”

Pacheco acrescenta que a internacionalização da educação pressupõe o diálogo entre os espaços nacionais e internacionais, respeitando suas diferenças e autonomia no compartilhamento de experiências. “A agenda transnacional não pode se sobrepor às agendas nacionais”.

Objetivos substituídos por desempenho e resultado

Para ele, há muito tempo que os objetivos na educação estão sendo substituídos pelos resultados, pela avaliação, pelo desempenho. Isso atende aos ditames do mercado, que consagra o triunfo do mais competitivo.Outro ponto esclarecedor do tema da globalização na educação levantado pelo professor José Augusto Pacheco foi acerca da crescente ingerência dos princípios de mercado nos sistemas educativos dos países centrais e periféricos.

Essa competitividade, destaca o professor, é centrada no sujeito, nos indivíduos, não nas instituições: “Dessa forma, as pessoas são responsabilizadas. Querem culpar os professores, os estudantes pelos maus resultados na educação, nunca o sistema, as políticas adotadas”, critica.

De acordo com o docente, as universidades europeias – como já está acontecendo no Brasil – são obrigadas a terem sistemas de garantia de qualidade que utilizam a avaliação de dados, estatísticas, verificadores de desempenho. Isso funciona lá, como no Brasil, por meio das chamadas plataformas estatísticas, as quais tomam um tempo enorme do docente para serem preenchidas.

Pacheco lembra ainda que cada vez mais se cobra o impacto social para que uma pesquisa receba o apoio das agências e organismos de fomento. “Querem aplicar o mesmo modelo das ciências exatas e da saúde, por exemplo, às ciências sociais e à educação, em que o impacto de uma pesquisa não se verifica de imediato, mas a médio ou longo prazo”.

Os fóruns de internacionalização da educação, ressalta o pesquisador, defendem, ao contrário, o conceito de cosmopolitismo no sentido da valorização da subjetividade, da conscientização, da cidadania.

Um currículo cosmopolita é aquele que reconhece o sujeito pessoal e social. Qual o conhecimento mais valioso que deve integrar um currículo? Para Pacheco, essa pergunta não pode ter uma resposta única, ela muda de cultura para cultura, de geração em geração. O sujeito curricular vai se construindo e reconstruindo sempre.

Na defesa de uma internacionalização que se oponha aos aspectos negativos da globalização, Pacheco é incisivo na conclusão de sua fala: “A escola fundamental, média ou universitária não pode ser dependente da misericórdia do mercado. O mercado tem cada vez menos misericórdia com as pessoas”.

Novo convênio com universidade de Portugal

A visita do professor José Augusto Pacheco deve ter desdobramentos práticos  de curto prazo para a comunidade acadêmica da UNEB.

O Mpeja está promovendo encontros com as Secretarias Especiais de Relações Internacionais (Serint) e de Articulação Institucional  (Seai) da UNEB, além do outros programas de pós-graduação da instituição, com o objetivo de formatar um convênio de cooperação e intercâmbio com a Universidade do Minho.

O acordo, que conta com a intermediação do docente lusitano, significará mais um laço efetivo entre a UNEB e uma instituição universitária de Portugal – já há parcerias com as universidades de Porto, Coimbra e Aveiro.

Segundo a professora Jardelina Bispo, que coordena a recém-criada Serint, a Reitoria da UNEB quer priorizar convênios e seleções com instituições portuguesas.

“Estamos hoje com alguns convênios internacionais expirados e outros pouco utilizados. Nossa gestão vai se dedicar a otimizar esses acordos, visando beneficiar um contingente maior de estudantes e docentes”, destacou Jardelina.

Coordenadora do Mpeja, a professora Tânia Dantas adiantou que esse acordo com a Universidade do Minho terá um caráter geral com aditivos para atender as particularidades acadêmicas da área de educação de jovens e adultos (EJA) e de outros programas de pós-graduação da UNEB.

Um dos responsáveis pela costura interinstitucional, o professor Ricardo Moreno, à frente da também recém-criada Seai, está confiante na expansão e fortalecimento dessas relações de cooperação e intercâmbio na UNEB.

“Em parceria com a Serint, estamos organizando alguns seminários com os grupos de pesquisa, professores, estudantes, instituições parceiras e demais interessados para uma ampla discussão dessa área. O compromisso da gestão é com a institucionalização de todos os contratos da UNEB”, pontuou Ricardo.

A coordenadora Tânia Dantas ressaltou ainda que já está agendado o I Colóquio Luso-Afro-Brasileiro sobre Currículo, a se realizar em Portugal possivelmente em setembro. “A UNEB deve ter uma importante participação nesse evento internacional, cuja organização conta com o professor José Pacheco”.