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jan 14

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dez 17

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O Sarau Arte-livre é uma iniciativa de livre circulação artística e cultural, produzida por discentes de Comunicação Social e Letras  dos variados semestres e tem como proposta promover a integração entre os cursos dos diversos departamentos do Campus I da UNEB, Salvador, através da promoção e uso das linguagens artísticas. Possui como base a livre expressão e a articulação entre os que fazem e fruem arte e cultura, no interior da Universidade. Acontecendo sempre no espaço do monumento “Bolo de Noiva”, na frente do prédio da Pós-graduação.

Em sua 3ª edição, o Sarau Arte-livre, promove o encontro festivo de fechamento do ano de 2014 nessa sexta 19/12 a partir das 17h.

A 4ª edição que acontecerá em 2015 ainda não foi definida, mas os interessados podem encontrar mais informações sobre as datas, fotos e vídeos no fanpage (https://www.facebook.com/sarau.artelivre)  do Sarau.

set 12

(Fonte: Organização do projeto)

O projeto Eu Leio. Tu Lê. Ele Lê? da Universidade do Estado da Bahia-UNEB Campus XV, em Valença, coordenado pelo profº Ruy de Oliveira Lima, completou seu primeiro ciclo com o livro “Caim” de José Saramago. E no dia 09 de Agosto iniciou seu segundo ciclo, com o livro “Mar Morto” de Jorge Amado. O livro Mar morto foi traduzido em treze línguas, além de ser adaptado para o rádio, teatro, histórias em quadrinhos. Foi adaptado por Aguinaldo Silva, na novela Porto dos Milagres, produzida e exibida em 2001, pela Rede Globo.

A obra foi escolhida em homenagem ao centenário de Jorge Amado. O mesmo nasceu dia 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, em Ferradas, distrito de Itabuna – Bahia e faleceu no dia
06/08/2000.
Sendo que o Amado Jorge é um dos escritores mais populares do Brasil. Dono de uma obra extensa - 23 romances, além de memórias, contos, biografias e obras infantis. O baiano é o segundo escritor brasileiro mais vendido de todos os tempos (com estimados 50 milhões de livros). A partir da década de 1950, seus livros passaram a enfocar também o misticismo da Bahia e a sexualidade. São dessa época obras como “Gabriela”.

Em seu livro Mar Morto, Jorge Amado narra histórias da beira do cais da Bahia, historias da vida e do amor no mar. Se você quer saber mais sobre este belo romance, venha ler conosco, lembre-se que: “Quem não lê, mal ouve, mal fala e mal vê”. Participe desta leitura coletiva e interativa, no dia 14 de Setembro às 17h00minh na UNEB Campus XV.

 

set 08

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Lançamento Coletivo EDUFBA apresenta o livro Alforrias em Rio de Contas – Bahia (século XIX), de Kátia Lorena Novais Almeida

Obra que aborda a libertação dos escravos no sertão baiano tem lançamento marcado para o dia 13 de setembro, em Salvador

 

Fruto da pesquisa de mestrado de Kátia Lorena Novais Almeida, o livro Alforrias em Rio de Contas – Bahia (século XIX) integra a programação do Lançamento Coletivo EDUFBA – Setembro de 2012, que acontece no dia 13 de setembro, quinta-feira, a partir das 17h30, na Biblioteca Universitária de Saúde Professor Álvaro Rubim de Pinho,

Dividida em quatro capítulos, esta publicação apresenta um estudo das experiências dos escravos na conquista da liberdade no sertão baiano, mais especificamente na região de Rio de Contas, configurando-se como um rico material para a historiografia brasileira.

Durante o processo de pesquisa que deu origem a este livro, foi realizado um levantamento prévio de diversos documentos da época, incluindo as cartas de alforria no Arquivo Municipal de Rio de Contas, tornando possível ao leitor conhecer as características dos escravos e as circunstâncias em que eles conquistaram a liberdade.

 

Serviço

O quê: Lançamento Coletivo EDUFBA – Setembro de 2012

Quando: 13 de setembro, quinta-feira, das 17h30 às 20h30

Onde: Biblioteca Universitária de Saúde Professor Álvaro Rubim de Pinho (Campus Canela, UFBA – Rua Basílio da Gama, s/n, Canela – Salvador, Bahia)

Quanto: entrada gratuita

out 06

Todos os dias. Naquela mesma esquina. Atiravam-lhe pedras. Ele já conhecia o ruído de cada uma delas. O estrondo das pesadas. O estalido metálico das britas. O creptar rouco do concreto ao partir-se na parede. Fechava os olhos e imaginava uma sinfonia. Uma sinfonia das pedras. Assim seu espírito regozijava, mesmo quando alguma lasca insistia em arrancar-lhe o sangue do rosto. Terminada a saraivada, levantava-se e manquejando, partia em silêncio. Não se ouvia mais as pedras. Apenas no corpo sentia o benefício da orquestra. Porque insistia em passar por aquela mesma esquina em que lhe atiravam pedras. Melhor não seria buscar outro caminho.

E assim, passou-se mais um e mais outro dia. E sempre aquele turbilhão de pedras e a mesma melodia ensurdecedora. E depois vinha o silêncio dos resignados. Se o seu ouvido suportava, o seu corpo ressentia. E progressivamente sentia que já não era mais possível levantar com tanta facilidade, pois se os ouvidos ignoravam, o corpo sabia o que era pedra. Até que um dia na mesma esquina em que disparavam as pedras. A melodia pareceu mais intensa. Algumas caiam pesadamente e o barulho era ensurdecedor. E lá estava ele, como de sempre, recolhido. Até que a rajada cessou. Mas ele não se levantou. Então, todos se aproximaram e constataram que seu corpo já não mais respondia. Entreolhavam-se, assim, meio perdidos, atônitos a contemplar aquele corpo inerte que já não demonstrava sinais de vida. E agora, o que fazer das pedras? Eram muitas pra serem jogadas ainda.

Odilon Sérgio Santos de Jesus é analista universitário da UNEB. Foi ex-aluno do curso de Comunicação Social – Relações Públicas na UNEB e é mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas.

set 27

Uma intrigante historia ambientada no coração do Sahel africano, mais precisamente na fronteira do Burkina Faso com o Niger, envolvendo grandes negócios, políticos e empresários.

Caso você queira receber esse e-book, GRATUITAMENTE, basta fazer o download em www.jonathan-makeba.com.br ou então solicitá-lo através do e-mail do autor: j.makeba@bol.com.br.

set 12

Salvador era uma cidade pequena, romântica, sem os problemas que afligem seus habitantes nos dias de hoje. Neste cenário, o romance discorre sobre o amor de um jovem por uma linda estudante chamada Marília. Associando o nome da protagonista à romântica obra “Marília de Dirceu”, do poeta inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, o autor, cita muitos versos deste e de outros poetas, incluindo poesias de sua própria autoria. Os costumes e valores, os estilos de vida da cidade nos anos cinquenta, surgem no decorrer da narrativa. Como toda história de amor, tem alegria, entusiasmo, ciúmes, desconfianças. O drama e o sofrimento permeiam a vida desta personagem. Este livro levará o leiro a refletir sobre os sentimentos humanos, e àqueles mais velhos, recordar os bons tempos que não voltam mais.

O autor Fernando Rocha de Sá é professor da UNEB, da UFBA e da Universidade Católica do Salvador. Seu livro está à venda nas principais livrarias.

ago 03

Andréa Duarte mostra com orgulho o poema “Cinza”, que ficou em segundo lugar na III Bolsa Internacional de Poesia ou Prosa da Fundação Rotária de Portugal. Aluna do primeiro semestre do curso de Letras da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), campus de Barreiras, a jovem alimenta o sonho de um dia ser uma escritora reconhecida.

“Estou fazendo o curso de Letras para me aprimorar mais, para quem sabe um dia, em nosso país, um escritor conseguir viver só de literatura”, sonha Andréa.
Leitora de grandes nomes como Tomás Antônio Gonzaga e Fernando Pessoa, Andréa sempre teve intimidade com os livros.

A inspiração para criar o poema surgiu da paixão por outro país. “A inspiração veio do cinza do céu de Moscou, que é uma terra que ainda quero conhecer, a Rússia. Então toda essa magia que a Rússia tem, que transmite para mim, eu tentei colocar na poesia”, conta.

Andréa conquistou o primeiro prêmio internacional para a UNEB de Barreiras. Para a coordenadora do curso de Letras, Marilde Queiroz, a conquista da estudante, que rendeu um prêmio de R$1.500, serviu de estímulo para outros colegas da universidade. “Ter Andréa classificada em segundo lugar é um orgulho e incentivo muito grande para os acadêmicos da instituição”, avalia a coordenadora

Fonte: G1 BA (adaptada pela Equipe BlogUNEB)

abr 03

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

Clarice Lispector

Nessa semana, o poema da seção Literários foi sugestão da nossa colega Vanessa Lira, estudante do 5º semestre de Relações Públicas da UNEB - Campus I. Obrigado, Vanessa!

Se você também gosta de escrever, mande seu texto pra gente! O email é: blog@uneb.br. Abraços!

mar 21

Recordo ainda… e nada mais me importa…

Aqueles dias de uma luz tão mansa

Que me deixavam, sempre, de lembrança,

Algum brinquedo novo à minha porta…


Mas veio um vento de Desesperança

Soprando cinzas pela noite morta!

E eu pendurei na galharia torta

Todos os meus brinquedos de criança…


Estrada afora após segui… Mas, aí,

Embora idade e senso eu aparente

Não vos iludais o velho que aqui vai:


Eu quero os meus brinquedos novamente!

Sou um pobre menino… acreditai!…

Que envelheceu, um dia, de repente!…

 

Mário Quintana

 

Nessa semana, o poema da seção Literários foi sugestão da nossa colega Graziele Sousa, estudante do 5º semestre de Relações Públicas da UNEB - Campus I. Obrigada, Grazi!

Se você também gosta de escrever, mande seu texto pra gente! O email é: blog@uneb.br. Abraços!