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jun 14

(Texto: Eliana Jardim - Analista Universitária em Pedagogia)

campus-xxi

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT - Campus XXI da UNEB está localizado na cidade de Ipiaú desde 2002. Foi denominado em 2004 de Campus Universitário Dr. Salvador da Matta, e funciona nas instalações do antigo Ginásio de Rio Novo. O Campus XXI oferece a graduação presencial em Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas e atende a todo o Território de Identidade do Médio Rio de Contas.

O DCHT – Campus XXI tem como evento maior a SELETI.  Mas o que é a SELETI? É A Semana de Letras de Ipiaú, evento anual em que se propõe a socialização de produções acadêmicas do curso de Letras e áreas afins.

O tema da última SELETI, que aconteceu em novembro de 2012, foi “Revirando Letras: Memória e Identidade”, cujo objetivo foi propor reflexões acerca da identidade do curso de Letras, valorizando a memória do DCHT – Campus XXI, que completou 10 anos de existência em Ipiaú, em agosto de 2012. A VII SELETI contou com a participação de ex-professores do Campus, alunos egressos, comunidade, autoridades locais e representantes das entidades de educação do município e região.

Foi muito bacana ver toda a comunidade acadêmica envolvida e participando do evento. A SELETI é promovida pelo Núcleo de Pesquisa – NUPE e conta com a Coordenação de Professores e Técnicos Administrativos para a sua realização.

A VII SELETI proporcionou grandes emoções a todos os envolvidos, pois ela mostrou a história do DCHT – Campus XXI em uma década de existência. Tivemos experiências de alunos egressos que hoje estão atuando como Professores, alguns já no mestrado, e ex-professores que deixaram sua marca no departamento e já se encontram em outros Campi e em outras instituições de ensino. Estes deram seus depoimentos sobre o que representou o Campus XXI na vida de cada um, além de promoverem palestras extremamente relevantes sobre Memória e Identidade.

Saber sobre o passado nos ajuda a entender o presente. Preservar a memória é reconhecer nossas raízes e reafirmar a nossa identidade. Assim também é com a história do DCHT – Campus XXI, e da UNEB, duas décadas mais antiga: realizações no campo do ensino, da pesquisa e da extensão, tripé que caracteriza a Universidade Pública em sua função social, que a UNEB, pela sua multicampia incomum, consegue levar a 24 cidades do Estado da Bahia, com seus 29 departamentos, proporcionando educação de qualidade e mais oportunidades aos jovens baianos.

Congratulações de todo o DCHT - Campus XXI à nossa querida UNEB pelos seus 30 anos!

Veja abaixo imagens da comissão organizadora do último SELETI.

Eliana Jardim, Analista do NUPE (segunda pessoa da esquerda para direita) e demais organizadores.

Eliana Jardim, Analista do NUPE (segunda pessoa da esquerda para direita) e demais organizadores.

D. Maria, uma das mais antigas funcionárias do Campus e apoiadora do projeto.

D. Maria, uma das mais antigas funcionárias do Campus e apoiadora do projeto.

jun 11

campus

[UNEB - Campus VIII - Paulo Afonso]

A Universidade do Estado da Bahia acaba de completar 30 anos. São três décadas de desafios e de conquistas que muito contribuíram para a consolidação de um ensino superior gratuito e de qualidade em todo território baiano. A UNEB é única porque é múltipla, diversa e dinâmica, congregando sob a mesma bandeira, pessoas e ideias bastante diferentes e igualmente importantes. O que faz a nossa Universidade ser tão especial? Cada aluno, cada professor, cada técnico, cada gestor, cada cidadão, enfim… Cada baiano em seu modo único de ser!

É no ensejo do aniversário da maior Universidade multicampi da Bahia que apresentamos a ação Você Sabia?, através da qual, pessoas de todos os 24 campi da UNEB poderão nos contar curiosidades sobre o campus ao qual pertence. Hoje vamos conhecer um pouquinho sobre o que está acontecendo no Campus de Paulo Afonso. Vamos lá!?

Você Sabia?

(Texto Dorisvan Lira, Agente de Comunicação)

Que o Campus VIII - Paulo Afonso atende crianças autistas, realizando atividades que estimulam seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor e que este trabalho é desenvolvido pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva que atende cerca de 30 crianças?

Além disso, em Paulo Afonso também há atividades que promovem a cidadania,  cultura e conhecimento para grupos da terceira idade.

Há graduação para professores indígenas. É o LICCEI, Licenciatura Escolar Intercultural Indígena, que atende diversos povos do submédio São Francisco.

O Campus VIII oferece ainda, atendimento jurídico gratuito para a população. Em parceria com a Justiça Federal, monitores e professores esclarecem dúvidas e fornecem orientação jurídica.

E as coisas não param por aí! O Campus VIII desenvolve importantes pesquisas na área de pesca e biologia aquática através do Centro de Difusão de Tecnologia em Aquicultura, o CDTA.

Quer saber mais sobre a UNEB em Paulo Afonso? Entre em contato conosco:

Fone: (75) 3281- 4624/ 6585 ramal:212

E-mail: ascomoito@gmail.com

mai 29

Com grande alegria, convidamos todos os membros da nossa comunidade, nos 24 campi, para participarem diretamente de uma singela homenagem aos 30 Anos da UNEB, que se comemoram neste mês de junho.

A proposta é bem simples: vamos publicar no Portal UNEB pequenos depoimentos (máximo de 15 linhas) que nos sejam enviados até o próximo domingo, dia 2 de junho de 2013, exclusivamente pelo e-mail ascom@listas.uneb.br.

Valem mensagens em homenagem à nossa universidade, reflexões, lembranças de fatos que marcaram a história da instituição, etc.

Obviamente não serão publicados textos ofensivos à universidade nem aos membros da comunidade ou seus gestores.

Não esqueçam de identificar os textos, com nome completo, função/cargo e local de trabalho (Dept./Setor/ Campus).

Esperamos contar com a participação de muitos e muitas colegas nesta homenagem modesta, mas realizada com grande afeto e gratidão à nossa universidade por tudo que ela tem oferecido ao povo baiano estas três décadas.

Aguardamos sua mensagem!

Toni Vasconcelos

Assessor de Comunicação

jan 22

Por Mailson Ramos*

Já não se pode definir o que é jornalismo ou o que é publicidade nos telejornais da Rede Globo. Em especial no Jornal Nacional, onde o desejo de exibir os eventos de autopromoção parece ter atingido desde a direção até os apresentadores. Na segunda-feira (5/12), um bloco do telejornal que se transformou em unanimidade no pós-jantar da família brasileira, foi reservado para exibir a troca de apresentadoras: sai Fátima, chega Patrícia. Para quem se admira com o estrelismo do jornalismo global, é um prato cheio. Enquanto eventos importantes acontecem pelo mundo afora, preocupamo-nos com a substituição de apresentadoras de um telejornal, como se isto alterasse o padrão de qualidade das notícias veiculadas. O que muda mesmo é somente e tão somente um rosto. É interessante notar que a promoção do novo (e secreto) programa da Fátima Bernardes tornou-se mais importante do que a chegada da Patrícia.

Nesta autopromoção feroz, a Globo faz questão de exibir os prêmios conquistados pelo seu jornalismo. Um dia destes, o apresentador e editor-chefe do JN, William Bonner, esteve em Nova York para receber um prêmio. O evento foi tão alardeado pelos próprios apresentadores que transformaram as notícias e informações daquela edição em simples cabides para sustentação dum egocentrismo publicável. O telespectador não precisa assistir a este espetáculo. Isto não o interessa. Quando o jornal é bom, as premiações podem até fazê-lo acreditar que ele é muito mais do que isso. Porém, esta aparente satisfação causada pelos troféus deve permanecer dentro da redação e não ser exposta ao telespectador como se quisessem dizer: “Olha, fulano, conquistamos este prêmio porque você assiste nosso jornal. Quer dizer, este prêmio também é seu.” É, no mínimo, ridículo.

Interesses velados

Agora os astros e estrelas globais se envolveram numa campanha publicitária via web tentando adquirir assinaturas para barrar a construção da usina de Belo Monte. São atores de grande representatividade junto ao público maciço da emissora. Até então, discutíamos na faculdade o envolvimento da Rede Globo nesta campanha. Passadas algumas semanas desde então, aparece a chamada para o Globo Repórter falando dos prejuízos que a construção causará à floresta e aos habitantes aquele lugar. Dois dias antes da exibição do programa, a revista Veja lançou a edição “Nocaute nas Estrelas”, evidenciando um vídeo resposta dos estudantes da UnB, contrariando e com fatos comprovados, as afirmações dos atores globais na campanha. No vídeo Gota d’água, os atores falaram aquilo que algum leigo no assunto escreveu. Todas as respostas dos estudantes às “asneiras” ditas pelos autores são convincentes e chamaram a atenção do público, principalmente o universitário.

Este assunto não é interessante pela ótica da publicidade, mas pelo jornalismo que mais uma vez cede a interesses velados. O que incomoda é o segredo, os desejos escusos de uma emissora que parece opor-se à construção duma hidrelétrica que será vital para o futuro do país. Mas a troco de quê a Globo estaria envolvida neste assunto? Só o mais ingênuo brasileiro acreditaria nesta história de defensores da ecologia. Enquanto poucas pessoas tentam descobrir o real interesse da emissora que utiliza seu jornalismo como ferramenta de mobilização social e midiática, continuo aqui sempre com um pé atrás. Nem tudo que reluz (na tela) é ouro.

***

*[Mailson Ramos é graduando em Relações Públicas, Salvador, BA]

Texto publicado no Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed673_jornalismo_ou_publicidade


jan 18

Sob a direção de David Fincher, o mesmo diretor de Alien 3, O Quarto do Pânico (Panic Room) e O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button) A rede social, cujo título original é The Social Network, já conquistou mais de 261.721 seguidores no Brasil, até 09 de dezembro de 2010, segundo a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Mas afinal, o que há de tal surpreendente na narrativa?

The Social Network narra a história da criação de uma das maiores redes sociais do mundo na atualidade, o facebook. Idealizado em 2003 por Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), um gênio em programação de computadores, então estudante de Harvard, a rede surge a partir da combinação entre características dos blogs e de dados de programação, motivada por uma espécie de vingança de seu criador a partir do término de um relacionamento amoroso. A “brincadeira”, porém, ganhou proporções inimagináveis. Conquistou e instigou estudantes da universidade, gênios da computação e investidores. Rapidamente, Mark montou uma sociedade com o amigo Eduardo Saverin (Andrew Garfield) e disponibilizou na rede mundial de computadores um dos maiores sucessos dos últimos anos.

Nessas poucas linhas já dá para identificar alguns dos possíveis motivadores do grande sucesso de bilheteria, público e crítica da produção que, sem efeitos especiais nem elenco estrelado tem feito a cabeça de críticos e da academia norte-americana. Para aqueles que se debruçam veementemente sobre a sétima arte a linguagem e os valores norte-americanos seriam diferenciais para o filme ter ganhado tantos elogios.

Decerto, A Rede Social contempla muito do american way of life (sejamos livres, felizes, bem-sucedidos e aproveitemos a vida). Para além disso, o filme apresenta temáticas atuais. O boom das redes sociais, o imprecionante fascínio que estas têm despertado sobre o mundo, o desejo por sucesso, fama e popularidade. A produção, portanto, tem a contemporaneidade como marca. Sua peuliaridade talvez esteja justamente nisso, em expor no telão aquilo que temos vivido, cotidiamente, nas telas e monitores do PC ou TV e em nosso cotidiano.

Do mesmo modo, se uma rede social é uma estrutura constituída por indivíduos ou organizações que se conectam e compartilham valores, ideais e objetivos, a partir de uma estrutura aberta, temos aí outras marcas da contemporaneidade. E, mais uma vez, talvez esteja nisso a motivação para o sucesso do filme. A produção acaba expondo a frouxidão das relações sociais da atualidade, a facilidade com que vínculos e laços são feitos ou desfeitos de acordo com interesses momentâneos, efêmeros, em um contexto em que a relevância da lealdade a pessoas, valores, ideais, cada vez importa menos. Em um contexto em que as relações podem ser feitas e desfeitas facilmente, especialmente quando o que está em jogo são sucesso, fama e dinheiro. A rede social para além de uma história sobre web, novas mídias, redes virtuais e sucesso traz antigos conflitos humanos. Daqueles que permanecem ainda que estejamos na era da web 2.0 ou da tecnologia 3G.

Por Janine Falcão, Relações Públicas da ASCOM/UNEB

out 21

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Por Aline Suzart Moreira
Graduanda em Letras vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia
liusuzart@gmail.com

Estive no MAM. Por mais tempo que passe sem visitá-lo, é impossível esquecer a sensação agradável que me toma ao colocar os pés lá, ao simplesmente descer a rampa. Fui sim. E dessa vez motivada – sou sempre impelida por motivações – pela exposição de Sophie Calle. Simplesmente fascinante! Seria difícil dizer qual me impressionou mais: essa ou a de Walter Smetak.

A exposição Cuide de Você é fruto da interpretação, por diversas mulheres, de uma carta de rompimento dirigida à Sophie. Ela lhes permite “analisá-la, comentá-la, dançá-la, cantá-la. Esgotá-la.” Para tanto, teve o cuidado de selecionar mulheres com profissões diferentes. Nesse sentido, a exposição proporciona olhares diversos, uma vez que cada percepção é fortemente influenciada pelo “lugar” de onde cada uma delas fala, o que não poderia ser diferente. Estão presentes: a possível sensação que Sophie sentiria, a inaceitação, vontade de entender, reconstruir.

Só que o mais interessante (mais até do que tamanha liberdade ante algo tão íntimo), é a percepção predominante (ou será que foi a que mais chamou minha atenção?). Muitas mulheres optaram por censurar o conteúdo, e o traduziram de forma a fazer entender que o autor, antes de redigir, mensurou o efeito de cada palavra, não transpondo nenhuma verdade, já que a honestidade e o zelo foram entendidos como uma dissimulação. Talvez tenha sido essa a principal razão pela qual tenha escolhido apenas mulheres: para traduzirem a sua revolta.

Bastante ousada Sophie Calle. Mais uma vez. Ainda assim não classifico sua atitude de exposição, exposição como sinônima de excentricidade; classifico como uma necessidade de mostrar-se. Muitas vezes a autocompreensão pressupõe “levar-se” ao conhecimento do outro. Por isso, num determinado momento, sentei para redigir essas palavras: com o intuito de lavá-las ao seu conhecimento.

Ao ler sobre a exposição, imaginei quão curioso seriam essas interpretações. Claro que a necessidade patética de entender e explicar tudo ofuscou algo maior: a simples admiração. Contudo a parte mais dolorosa e necessária veio: a reflexão – eu estava admirando, sozinha, a exposição. Acho tão chato não ter com quem confrontar percepções ao final… Mas assistindo aos vídeos, percebi que não era o “estar sozinha” que me incomodava e sim o “não ter comigo” quem eu gostaria. Eu o convidei…

… tenho um relacionamento, mas é um desses relacionamentos que vem escrito entre aspas… Embora eu me confesse piega e fale sobre essa qualidade orgulhosa, eu tenho vergonha e lastimo. A pieguice sempre termina em ultraje, humilhação, submissão… E em meio a essa profusão de pensamentos e crise existencial, ansiava pela entrada triunfante dele em um dos espaços… ah! Desisto! Não consigo me desnudar da mesma forma. Mas de uma coisa eu tenho certeza: assim como Sophie estou cuidando de mim. Só não sei se isso se anula quando permito que outrem descuide.

jun 30

A seção Hora de Resenhar traz uma sugestão de leitura fornecida por Iasmin Santana!

Por Marília Santos


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“Mudando para Melhor” – Programação Neurolinguística e Espiritualidade / Autor: Kau Mascarenhas – Ed. Altos Planos / Nov. 2006.

Nesse livro o autor Kau Mascarenhas propõe ao seu leitor mudar de verdade, ser alguém diferente, sair de um ponto insatisfatório e ir para uma dimensão maior de felicidade. Inicialmente essa obra pode ser taxada como mais um livro de auto-ajuda tão presente no universo de leitura atual, mas o autor avalia que esse livro pode ser muito útil, já que como um manual de transformação apresenta vários exercícios práticos para mudanças nas diversas áreas da vida, apoiando-se em dois grandes alicerces: programação neurolinguística e espiritualidade. Numa linguagem de fácil entendimento, enriquecido com metáforas, reflexões e experiências do próprio autor, traz informações que estimulam a mudança. Enfim, esse livro convida o leitor a construir a própria sua felicidade, mas alertando que no interior dele já existe tudo de que precisa para que isso aconteça.

Iasmin Santana.

Estudante de Comunicação Social - Relações Públicas


jun 25

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“Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?”

A nova geração de crianças e jovens está exposta a um tipo de apelo subliminar de padrão consumista, que repercute em seu comportamento na sociedade. Diante desta problemática, o documentário “Criança: A Alma do Negócio!” busca apresentar a indústria da publicidade e sua forte influência sobre os pequeninos. Contundente e ousado, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

O vídeo, sob direção de Estela Renner, encontra-se disponível no youtube em 6 partes. Assista: 01, 02, 03, 04, 05, 06.

Por Rebeca Lisbôa

jun 08

Encantador. Pode parecer redundante, mas é a descrição mais apropriada para o filme Palavra Encantada. Com ar intimista e uma “simplicidade sofisticada” o documentário, que tem direção de Helena Solberg, mais que ser visto é para ser sentido. Os depoimentos trazem a sabedoria de Lenine, o temperamento e a poética de Chico Buarque, as reflexões de BNegão, a docilidade (e as grossas sobrancelhas) de Adriana Calcanhoto, a voz grave de Arnaldo Antunes, a serenidade e a força de Maria Bethânia, o fogo de Lirinha (permeado pela sabedoria popular dos cantadores sertanejos), as notas de João Cabral de Melo Neto e Fernando Pessoa e muito mais… Meio trova, meio música, meio poesia… Por que não trova, música e poesia? Por que ser um e não o outro?
Imersa em poesia, inebriante em sensações, a produção traz discussões sobre a relevância da MPB em nosso país que passou da cultura da oralidade para a cultura das imagens, sob influência dos audiovisuais, sem o cultivo da literatura. Isso tudo sem “intelectualismos”, mas com o conhecimento de figuras como José Miguel Wisnik e uma musicalidade ímpar, toda ela pura poesia… Impossível qualquer pessoa sentir e não ficar Encantada! Palavra.

…Só para lembrar: em Salvador Palavra Encantada continua em cartaz na Sala da Arte no PAC/ UFBA – Vale do Canela, às 15h40.
Por  Janine Falcão

Fonte: Google

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