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jan 31

Atualmente as manifestações populares ganharam mais uma nova forma: o ciberativismo. Os protestos políticos e sociais estão surgindo, ganhando adeptos e sendo discutidos na Internet, principalmente através das redes sociais como o Twitter, Facebook e Orkut.

São inúmeros os exemplos das mobilizações populares na rede: um dos destaques foi o Projeto Ficha Limpa, iniciativa que pretendia tornar mais rígidos os critérios de quem não pode se candidatar a cargos públicos eletivos. O projeto aprovado ganhou milhões de assinaturas graças à divulgação em e-mails, blogs e outros sites.

Em Salvador, o descontentamento com a gestão municipal atual também chegou às redes sociais: existem comunidades em sites de relacionamento com centenas de usuários pedindo a saída do prefeito na gestão da cidade. No começo do ano, estudantes soteropolitanos, indignados com o aumento da tarifa de ônibus, organizaram, por Orkut e Twitter, diversas manifestações nas ruas na chamada Revolta do Buzu 2011.

Mas será que essa nova forma de participação demonstra o engajamento social dessa geração? Muitas pessoas aderem aos movimentos sociais e não sabem direito do que se tratam. Será que as pessoas só se mobilizam quando algo as afeta diretamente?

E você o que acha? Diz aí o que você pensa!

dez 07

Acontece até o dia 11 de dezembro, na UNEB Campus VII, em Senhor do Bonfim, o projeto intitulado Universidade: Um espaço de todos os estudantes. O projeto tem como objetivo apresentar aos alunos de escolas públicas possibilidades de ingressar na universidade, promovendo uma aproximação com o ambiente universitário, despertando nestes o prazer pelos estudos e o interesse por uma formação de nível superior.

Universidade: Um espaço de todos os estudantes consiste em uma experiência de estágio em espaços não-formais do curso de pedagogia e possui como lócus de estágio o CDC- Centro Digital de Cidadania da UNEB Campus VII. A idealizadora do projeto, Tatiane da Silva Lima, estudante do sétimo período do curso de pedagogia, ressalta que o projeto na verdade constitui-se em uma oficina de formação sócio digital. Uma vez que agrega a proposta de inclusão digital do CDC- Centro Digital de Cidadania, à proposta da experiência de estágio. Oferecendo assim, aos estudantes do ensino médio de escolas públicas da cidade, uma oficina de formação básica em informática e uma aproximação destes com o ambiente universitário.

Estão sendo oferecidas, a um público de dez estudantes da Escola Estadual Texeira de Freitas, aulas de informática básica e diversas palestras motivacionais, além de vistas de campo, onde os estudantes estão tendo a oportunidade de conhecer os espaços do departamento. Os palestrantes são os coordenadores dos colegiados e professores do departamento que apresentam  os cursos disponíveis no Campus VII, de forma a motivá-los para uma formação de nível superior. Já as aulas de informática estão sendo oferecidas por voluntários do projeto que além da informática básica estão desenvolvendo uma formação para o uso consciente e produtivo da internet.

Informações: Campus VII - (74) 3541-3272

nov 23

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Nas grandes cidades, o volume de lixo produzido todos os dias é um problema que está se tornando cada vez maior. As conseqüências da disposição inadequada do lixo no meio ambiente são inúmeras: a proliferação de doenças, a contaminação de lençóis subterrâneos e do solo pelo chorume (líquido escuro, altamente tóxico, formado na decomposição dos resíduos orgânicos do lixo) e a poluição do ar, prejudicando o ambiente e a nossa própria vida.

Diante desse cenário, a coleta seletiva mostra-se como uma alternativa para a redução do volume de lixo a ser disposto em aterros ou lixões. Através da coleta, pode-se separar os materiais sólidos que podem ser reciclados.

Você também pode fazer a sua parte, separando o lixo de sua casa e mobilizando quem tiver ao seu redor. O primeiro passo é verificar se a Prefeitura de sua cidade já possui este serviço.

Em Salvador, a prefeitura já disponibiliza caminhões que recolhem o lixo reciclável em dias específicos. Consulte a Limpurb (Empresa de Limpeza Urbana de Salvador), e saiba os dias nos quais esses caminhões passam no seu bairro. Há também vários PEV´s (Posto de Entrega Voluntária) ou LEV´s (Locais de Entrega Voluntária) na cidade, presentes em supermercados, escolas, parques, praças, etc. Nesses postos, o lixo deve ser depositado nos recipientes específicos.

Conscientizar os vizinhos do seu condomínio ou colegas de trabalho é o segundo passo. Se você morar em casa é mais simples, pois dependerá apenas de você e sua família.

Por fim, separe o lixo, colocando-os, de preferência, em sacos de lixo transparentes para facilitar a separação de seu conteúdo e a recolhimento feito pelo caminhão especial de coleta seletiva. É preciso separar o lixo comum – restos de comida, papéis de banheiro, fraldas descartáveis, absorventes íntimos, guardanapos de papel sujos, isopor e poeira de varredura –, do lixo reciclável – plásticos, vidros, metais jornais, embalagens longa vida, papelão, alumínio, ferro. Importante separar também o óleo vegetal usado, colocando-o em uma garrafa pet.

Para saber os locais dos Postos de Entrega Voluntária e o horário da coleta seletiva em Salvador, entre em contato com a Limpurb. O telefone é (71) 3186-5000.
Participe!

nov 09

Recentes, polêmicas e discriminatórias twitadas ganharam lugar de destaque em veículos de comunicação, rodas de discussão e na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Após a eleição de Dilma Roussef (PT), no último 31 de outubro, uma série de mensagens de teor agressivo, preconceituoso e que violam, em absoluto, os direitos humanos começaram a ser postadas por inúmeros jovens.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos destaca em seus artigos I e II que: “ Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.” e “ Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.”. Para quem leu ou tomou conhecimento sobre as twitadas fica evidente que estes artigos não estão sendo respeitados.

Além de indignação, protestos e sentimentos de preocupação o caso provocou a instauração de representação criminal, contra uma estudante de Direito que veiculou inúmeras dessas mensagens, por parte da OAB, seção Pernambuco e seção Bahia. Diante desses fatos o BUB decidiu ouvir vocês … estudantes, professores e profissionais de inúmeras áreas e perguntar: e aí, isso dá um bom debate?

Para denunciar esses e outros crimes contra os Direitos Humanos na Interner acesse o site http://http://www.safernet.org.br/site/denunciar.

abr 06

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Desde o dia 11 de dezembro de 2009, está em vigor a Lei 12.089/09 que proíbe os estudantes de cursarem, ao mesmo tempo, mais de uma graduação em instituições de ensino superior da rede pública, sejam elas federais, estaduais ou municipais.
A lei não afetou os estudantes com cursos já em andamento. Mas, a partir desse ano, se o aluno tentar se matricular em mais de um curso, na hora em que for detectada a inscrição em mais de uma instituição, ele será chamado e terá um prazo de cinco dias para optar por um dos cursos. Se o estudante não declarar sua opção e os cursos estiverem locados em duas instituições diferentes, automaticamente, a matrícula mais antiga será cancelada.
A lei dividiu opinões: para alguns, a decisão é uma grande conquista, pois irá diminuir a ociosidade de vagas e promover a inclusão social, para outros o direito de acesso ao conhecimento está sendo proibido.

E você? O que acha? Mande sua opinião, seu comentário. Diz o que pensa sobre o assunto!

 

 Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12089.htm

dez 11

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Em mais um dia de discussão sobre Assistência Estudantil dessa vez é a instituição, por meio da Assessoria de Comunicação (ASCOM), que aborda o tema.

“Assistência Estudantil é sempre um dos principais temas de debates no âmbito acadêmico. Envolve fatores administrativos, políticos, financeiros e tantos outros que motivam a sua complexidade. Não há, por exemplo, uma rubrica própria para assistência estudantil no orçamento do estado. Ou seja, o orçamento da instituição não cobre investimentos específicos em assistência estudantil. Como conseqüência, os recursos destinados à área, investidos em ações como transporte, bolsas, residências e apoio a participação em eventos, entre outros, originam-se de parcerias e muito esforço da Universidade, a partir da Pró-reitoria de Extensão (Proex). De fato, sabe-se que há muito a mudar ainda. E é por reconhecer essa necessidade que a atual administração definiu como prioridade para 2009 a implantação do Programa de Assistência Estudantil (PAE). Durante o II Fórum de assistência estudantil, realizado em maio deste ano, foram discutidas questões sobre o tema e o uso de recursos na área com ampla participação dos estudantes por meio de suas representações. A partir do PAE, a UNEB realizou investimento de R$1,5 milhão, considerando as principais demandas apontadas pelos discentes. De acordo matéria publicada na edição nº 22 do Em Campus (2009, p.6) a Pró-reitora de Extensão, Adriana Marmori, afirmou que o investimento em assistência estudantil é uma prioridade porque beneficia e colabora para que os estudantes se mantenham na universidade. Essa concepção é que tem contribuído para que paulatinamente seja aumentado o número de bolsas de extensão, o apoio oferecido para que os estudantes possam participar de eventos acadêmicos e mesmo o número de residências estudantis mantidas pela UNEB. Dos 24 municípios em que a UNEB mantém campus 12 contam com residências estudantis (Salvador, Alagoinhas, Juazeiro, Barreiras, Guanambi, Bom Jesus da Lapa, Eunápolis, Camaçari, Ipiaú, Euclides da Cunha, Seabra e Xique-Xique), e a verba destinada a assistência entre 2008 e 2009 teve aumento de quase 500%. Outro passo importante dado pela UNEB no que tange a Assistência Estudantil foi a recente aprovação da criação da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Praes), ocorrida no último Conselho Universitária (Consu), em 1° de dezembro deste ano. A Praes será responsável pelas ações voltadas a assistência estudantil, que hoje são de responsabilidade da PROEX, e representa uma conquista dos estudantes, que passam a ter um espaço independente, dedicado exclusivamente ao atendimento de suas demandas. Assim, sabemos que ainda há muito a melhorar, desenvolver novas ações, sob uma perspectiva duradoura e permanente. Mas é preciso também reconhecer o quanto já evoluímos, o quanto conquistamos nos últimos anos. E os estudantes são essenciais nessa busca por melhorias, sobretudo porque conhecem de perto as demandas mais urgentes e podem contribuir para que novos investimentos sejam realizados de forma cada vez mais adequada e eficaz.”

Estudantes, servidores e gestores expressaram por aqui opiniões sobre o assunto. Mas isso não significa que a discussão tenha acabado. Comente, dê sugestões, proponha, diga o que pensa e como acredita que podemos obter resultados ainda melhores. Até a próxima sugestão!

dez 07

logo_aduneb

Continuando nossa discussão sobre Assistência Estudantil hoje quem apresenta sua opinião sobre o assunto é a Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia (ADUNEB). Para a associação mais importante que investir em alternativas pontuais é fomentar uma política permanente de assistência estudantil. Assim, torna-se necessário lutar por ações duradouras e consistentes.

“Acreditamos que uma das mais importantes funções da Universidade é contribuir com a democratização da sua própria estrutura. Nesse sentido, a adoção de uma política que amplie o acesso e garanta a permanência de todos os estudantes ingressos na instituição universitária, torna-se imprescindível. Por isso, defendemos uma assistência estudantil que promova as condições necessárias ao estudo, subsidiando entre outros aspectos, acompanhamento psicopedagógico, transporte, creche, residência, acessibilidade a portadores de deficiência, restaurante universitário, saúde, acesso à cultura, esporte e lazer. Trata-se de uma política séria que não só busque garantir recursos para o bom desempenho individual, mas também invista em benefício da coletividade, contribuindo estrategicamente, para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.”

Amanhã continuamos o papo com mais uma opinião sobre o assunto. Enquanto isso você pode comentar, escrever, dar sua opinião…
Ah! Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a Aduneb é só acessar www.aduneb.com.br

dez 05

fernando

Como combinamos ontem vamos continuar nossa discussão sobre assistência estudantil. E para expressar sua opinião sobre o assunto hoje quem escreve é Fernando Barros. Estudante do Campus I ele apresenta suas ideias sobre o tema discutido.

Assistência Estudantil por Fernando Barros, estudante do Campus I

“Assistência estudantil é um assunto que merece estar na ordem do dia. Recentemente, foram divulgadas na imprensa estatísticas que dão conta do cada vez mais crescente acesso de jovens oriundos das classes D e E ao ensino superior no país. A situação que provavelmente tenha sido comemorada pelos que acreditam na educação nos coloca diante de algumas questões. Para além de garantir, o acesso desses jovens, é preciso planejar maneiras e prover os meios de garantir a sua permanência nas universidades. Infelizmente, ainda vivemos numa realidade em que os indicadores sociais não são satisfatórios. Devido à insuficiente renda familiar, para muitos jovens, frequentar uma universidade é quase um luxo. Os custos com transporte e alimentação são altos, há a necessidade de livros e outros materiais e existe também dificuldade no acesso a muitos bens culturais, o que acaba demandando esforços no sentido de garantir plenas condições para que estes estudantes concluam a graduação, com qualidade. Excelência acadêmica é também ter atenção com os possíveis desníveis. Pensar essa problemática é um desafio a ser topado por todos: universidades, estudantes, governo e sociedade civil. No caso da Uneb, não sei sobre como andam os programas de assistência estudantil. Sei vagamente que existe; já ouvi também algumas queixas quanto a uma política mais ativa por parte da universidade, mas sinceramente não posso opinar.”

Bom, já deu para perceber que o tema proposto gera muitas falas e incita outras tantas questões que permeiam o assunto. Por isso nossa discussão não finda hoje. Na seguda tem mais um posto sobre o assunto. Enquanto isso, continua mandando suas ideias e comentários.

dez 04

alineoliveira

Chegou a hora de mais uma sugestão de pauta! Desta vez quem sugeriu a discussão foi o estudante Paulo Alves que é de Salvador, mas estuda em Santo Antonio de Jesus (Campus V). O tema da nossa discussão é Assistência Estudantil, e para expressar sua opinião convidamos dois estudantes: Fernando Barros e Aline Oliveira, ambos do campus I.  Para começar a discussão Paulo escreveu para o BUB: “Há muito tempo que alunos como eu sentem dificuldades para levar o curso à frente. A UNEB, infelizmente, não tem como disponibilizar residência universitária para todos os estudantes, nem uma significativa renda. Isso acaba por tomar quase todo o meu tempo, pois, tenho que trabalhar muito, o que dificulta o andamento do curso. E é lamentável que vários professores da UNEB não se incomodem com tal questão. Não adianta cotas, nem falsas políticas igualitárias, se os estudantes que realmente precisam trabalhar e estudar não recebem apoio financeiro ou logístico.” Tema polêmico, difícil, com inúmeras variáveis aptas a causar interferências, hein? Então, vamos “ler” a opinião de Aline Oliveira e pensar uma pouco mais sobre o assunto

Assistência Estudantil por Aline Oliveira, estudante do campus I, UNEB

“A assistência estudantil na UNEB parece bem insatisfatória frente à realidade de outras universidades públicas no país e no estado. Entretanto, as discussões sobre o assunto permanecem à margem dos interesses institucionais. É um absurdo que uma questão tão relevante para os próprios estudantes permaneçam fadadas a debates fragmentados e inconsistentes. A sensação é que a democratização do acesso a educação universitária se faz presente em discursos institucionais, quando na prática o que se vê são bolsas irrisórias e insuficientes para atender às demandas dos estudantes.”

Para dar continuidade a nossa discussão amanhã leremos o que Fernando Barros dirá sobre o assunto. Enquanto isso, vai pensando e depois escreve, manda sua opinião, seu comentário, diz o que pensa sobre o assunto.