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jun 30

A seção Hora de Resenhar traz uma sugestão de leitura fornecida por Iasmin Santana!

Por Marília Santos


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“Mudando para Melhor” – Programação Neurolinguística e Espiritualidade / Autor: Kau Mascarenhas – Ed. Altos Planos / Nov. 2006.

Nesse livro o autor Kau Mascarenhas propõe ao seu leitor mudar de verdade, ser alguém diferente, sair de um ponto insatisfatório e ir para uma dimensão maior de felicidade. Inicialmente essa obra pode ser taxada como mais um livro de auto-ajuda tão presente no universo de leitura atual, mas o autor avalia que esse livro pode ser muito útil, já que como um manual de transformação apresenta vários exercícios práticos para mudanças nas diversas áreas da vida, apoiando-se em dois grandes alicerces: programação neurolinguística e espiritualidade. Numa linguagem de fácil entendimento, enriquecido com metáforas, reflexões e experiências do próprio autor, traz informações que estimulam a mudança. Enfim, esse livro convida o leitor a construir a própria sua felicidade, mas alertando que no interior dele já existe tudo de que precisa para que isso aconteça.

Iasmin Santana.

Estudante de Comunicação Social - Relações Públicas


jun 29

A não obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão está promovendo um debate acalorado em alguns setores de nossa sociedade.

A professora Andrea Cristiana, coordenadora do Projeto MultiCiência, desenvolvido em Juazeiro, escreveu o  artigo Uma  Reflexão sobre Jornalismo, Respeito e Dignidade.

Vale a pena conferir!

Por Josenildes Oliveira

jun 29

No “Volta ao Mundo” de hoje, Larissa Valverde, estudante de Comunicação Social – Relações Públicas do Campus I, nos mostra a maravilhosa paisagem vista do Forte São Marcelo.

Para quem não sabe, o Forte foi fundado no século XVII com o objetivo de proteger a cidade de Salvador e o seu porto. Essa obra de defesa militar, construída no meio do mar, tornou-se um dos principais marcos históricos da Baía de Todos os Santos e um dos pontos turísticos mais visitados.

O acesso ao Forte São Marcelo é feito de barco, a partir do Terminal Marítimo próximo ao Mercado Modelo, na Cidade Baixa. A visita custa 10 reais, incluindo travessia e visitação.

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Forte são Marcelo é um dos pontos turísticos de salvador mais bonito que conheço. De lá você tem uma visão fantástica e romântica de salvador! Além disso, você conhece um pouco da história do local e de salvador através dos guias turísticos disponíveis no local. Vale apena conferir!

Larissa Valverde
Estudante de Comunicação Social - Relações Públicas
larissa-valverde@hotmail.com

Por Marília Santos

jun 26

Vamos colocar em pauta a mais nova questão em voga: a decisão do STF sobre o profissional de jornalismo. O texto foi escrito por Maria Clara Dultra (veja foto no final do post), jornalista da Assessoria de Comunicação da UNEB e  grande parceira do blog. Esta é a opnião de uma jornalista contrária a extinção do diploma…. Mas o que acham as demais habilitações em comunicação?
Vamos produzir conhecimento? Participe! Dê sua opinião!

Qhele Melo

No último dia 17, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, por maioria (8 votos contra 1), acabar com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. A corte julgou inconstitucional o inciso V do art. 4º do decreto-lei 972 do ano de 1969 que determinava o pré-requisito. O STF entendeu que o documento fere o direito à liberdade de expressão, salvaguardado pela Constituição de 1988.

No entanto, o entendimento do ministro Gilmar Mendes e de outros sete membros do STF está equivocado. O profissional jornalista é um crítico social nato, a dizer, por natureza de sua função. Mais conhecido como “formador de opinião”, é responsável por oferecer subsídios cognitivos (a informação isenta) para que o cidadão comum interprete a realidade de maneira lúcida, crítica, coerente, política. Deve, portanto, possuir uma formação intelectual, humana e ética - aliada às competências técnicas necessárias - para mediar os debates públicos (dados através dos meios de comunicação) a partir dos quais é formada a chamada “opinião pública”. Ao determinar os rumos políticos, econômicos e sociais das nações, esta se configura como a principal ferramenta simbólica de legitimação e um dos pilares do Estado democrático de direito.

Afora isso, um jornalista competente e consciente de sua função social trabalha no enfrentamento dos diversos constrangimentos a que a produção noticiosa está sujeita (política editorial; pressão do tempo, dos anunciantes etc) justamente em prol da liberdade de expressão de todos, indistintamente; sobretudo, do “povo”, ou das chamadas minorias (étnicas, sociais, culturais etc), as quais, via de regra, não possuem voz ativa na sociedade.

Portanto, apelando para a desregulamentação da profissão de jornalista - contrariando as expectativas da classe, é preciso que se diga - com o argumento de que trata-se uma medida em favor da democracia, o STF, além de demonstrar não ter conhecimento quanto à identidade do jornalismo, acabou por atentar contra o próprio ideal democrático.

Na condição de empresas capitalistas detentoras de alto poder político-administrativo, econômico e simbólico no Brasil, os grandes meios de comunicação (controlados pela elite) estão, costumeiramente, muito mais interessados no lucro do que no combate às mazelas sociais. Seria hipócrita afirmar o contrário. Portanto, deixar nas mãos dos patrões as decisões sobre os rumos da profissão se caracteriza como mais um condicionante perigoso a que está sujeito o destino do jornalismo, uma das mais sólidas instituições sociais.

Maria Clara Dultra - jornalista

Maria Clara, jornalista ASCOM/UNEB - email:claradultra@hotmail.com

jun 25

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Como foi de São João? Tem muitas resenhas? Fotos pra mostrar? Viajou? Conta pra gente! Queremos saber! Mais uma TR quentinha pra você. São João acabou, mas a festa continua!

Dica da semana

Estão abertas as inscrições para cursos gratuitos no SENAC! Além dos cursos normalmente oferecidos pela instituição, a nova programação de Julho-Agosto proporciona uma oportunidade para aqueles que não têm condições de pagar.

As inscrições estão abertas para pessoas do sexo masculino e feminino, com idade mínima de 18 anos. É necessário apresentar cópias da carteira de identidade e CPF, além do comprovante de residência original.

Os interessados devem procurar a unidade do SENAC, na Casa do Comércio, em Salvador, até o dia 30 deste mês.

Não fique parado, aproveite a oportunidade! Acesse o site www.ba.senac.br e veja curso que chama a sua atenção!

Saudações!

Por Marília Pinto, Relações Públicas da Ascom/UNEB.

CONFIRA TR AQUI!


jun 25

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“Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?”

A nova geração de crianças e jovens está exposta a um tipo de apelo subliminar de padrão consumista, que repercute em seu comportamento na sociedade. Diante desta problemática, o documentário “Criança: A Alma do Negócio!” busca apresentar a indústria da publicidade e sua forte influência sobre os pequeninos. Contundente e ousado, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

O vídeo, sob direção de Estela Renner, encontra-se disponível no youtube em 6 partes. Assista: 01, 02, 03, 04, 05, 06.

Por Rebeca Lisbôa

jun 19

Tania Cordeiro

1- Por que a escolha pela vida acadêmica?
Quando concluí a graduação fui aprovada para o mestrado da UnB. Eu era inquieta e me perturbavam as questões que eu mesma me fazia e, assim, elas me impulsionaram para o campo acadêmico. Foi por aí que fui dar na minha praia: a academia.

2- E o Fórum Comunitário de Combate à Violência? Como é sua relação com esta instância? Como surgiu essa proposta/ idéia de atuação?
Aí entram alguns elementos convergentes. Sou professora de Comunicação Comunitária e isto me fez ver o quanto a Cidade de Salvador é ao mesmo tempo muito prezada e muito escondida. Chega a ser um lugar de fachada. Passei a observar ao lado da cidade dos cartões postais, da terra da felicidade, um lugar afeito ás ações da Codesal, das delegacias, das grandes filas nos serviços públicos de saúde etc. Naquele período estava entrando na moda a preocupação acadêmica com a VISIBILIDADE e eu me servi disto para pensar as dimensões invisíveis ou mesmo negadas de Salvador. E quando eu penso nessas coisas eu as comento, eu atuo sobre. Assim eu descobri muita gente com interesses convergentes e passei a fazer parte de um grupo criado para a realização de uma pesquisa da Organização Panamericana da Saúde e, assim, levamos a cabo, em Salvador, o estudo relativo às atitudes e normas dos residentes sobre violência.
Enquanto eu estava realizando esse trabalho que uniu esforços da UNEB, UFBA e OPAS entrei em contato com o Fórum Comunitário de Combate à Violência, no final de 1996. Naquele momento eu já estava bastante convencida de que a comunicação deveria se ocupar, seriamente, da questão da violência. A partir daí eu estou, enquanto representante da UNEB, nessa articulação de esforços, passei a contribuir, especialmente na área de comunicação, em várias vertentes desse universo.

3- Você desenvolve estudos e trabalhos sobre a juventude de Salvador. Por que essa temática (juventude e sociedade) chama sua atenção?
Os jovens são as maiores vítimas da violência em Salvador e em todo o Brasil. Para se ter uma idéia, o perfil da grande maioria dos mortos por violência é assim caracterizado: jovem, pobre, afro-descendente, com escolaridade e qualificação profissional precários, solteiro e morador de bairros populares. Tudo isso é razão suficiente para que os esforços sejam mais intensos em relação a esse segmento.

4- Como tem sido sua experiência como docente?
A primeira resposta que me vem à mente é muito positiva, assim, eu me precipito e digo que é muito boa e apaixonante. Mas eu não posso exibir todo esse bálsamo sem ponderações. É a própria condição de docente que me obriga a ser mais matizada nas respostas. Nada na vida é somente agradável. A UNEB é uma universidade que não dispõe de recursos compatíveis com as necessidades. Algumas delas elementares, a exemplo da carência de livros atualizados ou de espaço físico. Não obstante as dificuldades conseguimos construir coisas que eu aprecio como interessantes para a formação discente. Uma delas é certo senso de responsabilidade para com as questões públicas e sociais. Vejo muitos ex-alunos envolvidos nesse tipo de atuação. Esses resultados me fazem pensar numa dimensão de êxito não apenas meu, mas da nossa vida docente.
Devo dizer que, apesar das dificuldades, contrariedades e de algumas frustrações, eu gosto muito de ser professora e acho que quem me vê em sala de aula sabe disto, apesar de todas (não são poucas) as exigências que faço.

5- Quais as sua paixões?
Boa parte delas vejo de olhos fechados, talvez é quando os tenho mais esbugalhados. Eu ganho o meu tempo vendo uma criança resolvendo uma questão de adulto: é cada show de simplicidade! Também sou viciada em sonhar e entre os meus sonhos favoritos está uma vida mais gostosa, pouca fila, pouca pressa, mais intensidade nas coisas às quais cada um se dedica. Acho dramático, por exemplo, ficar na sala de aula por mera formalidade, pensando na onda perdida na tarde de sol. Por isso sonho em ter sempre chances de fazer coisas que gosto e, ao mesmo tempo, saber e poder encontrar gosto para as coisas que me chegam. Aprendi a desenvolver paixões por coisas aparentemente insossas, aquelas que não são motivos de aposta.
Não gosto da poeira, mas aposto no brilho secreto das coisas empoeiradas e faço dos meus olhos flanelas para desembaciar as vistas afeitas a estereótipos tolos. Enfim, gosto de brigar contra as minhas cegueiras e continuar por aí, certa de que continuo enxergando pouco, motivo para querer um pouco mais a cada taco novo.

6- Por que decidiu atuar na UNEB?
Eu havia retornado de Brasília, feito uma pesquisa em nível nacional e me imaginava entrando em outros desafios de pesquisa. Aí eu descobri o concurso da UNEB e uma vaga para Teoria da Comunicação. Era 1987, se não me engano. Fiz o exame e fui aprovada.

7- A UNEB por Tânia Cordeiro
O universo acadêmico, quando vivido intensamente, não pode ser sintetizado através de respostas formais. Por mais que eu diga da paixão, não há palavras capazes de iluminar um tal sentimento. Por exemplo, eu gosto da UNEB e isto pode dá a impressão de que estou satisfeita com ela. E aí, como diria Chico Buarque, a resposta carece de exatidão. Eu ganho pouco, trabalho um bocado; vejo a universidade crescer duplamente, pela ampliação de suas unidades e de seus cursos e, ao mesmo tempo, pelas suas carências, como segurança e autonomia universitária. Vejo a beleza do Campus I e ao mesmo tempo me espanta o fato de que, por motivos de (in)segurança, nós temos uma única saída e os outros portões estão fechados. Ao se perder coisas desse tipo nós nos damos conta que tínhamos uma qualidade que vai sendo cancelada por uma, dita, realidade maior.
A departamentalização, também, gerou uma forma de gestão, no caso do departamento de Ciências Humanas do Campus I, que torna indireta e, em termos práticos, inviável a participação, tão relevante à autonomia universitária. Deixamos para trás os debates apaixonados sobre o presente e o futuro de cada curso, de cada projeto. Assim, temos pouca relevância nas decisões, apesar da condição de eleitores dos nossos gestores. E a questão não deve ser percebida como de ordem pessoal, trata-se de um modelo ao qual estamos submetidos. Espero que o estado busque restabelecer condições mais favoráveis para as universidades públicas, em especial o valor da autonomia, tão reconhecido nas lutas históricas dos nossos jovens ao longo de tantas décadas.

Por Marília Pinto, Relações Públicas/ASCOM

jun 18

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Dica da semana

A dica da semana é para quem durante o São João vai ficar na capital baiana. Este ano a programação de Salvador está cheia de atrações renomadas. Com variados estilos pode-se aproveitar a festa com o autêntico forró pé de serra, a inovação do forró universitário, o romantismo sertanejo e muito mais! Mas vale lembrar, claro, que para aproveitar a festa é bom não exagerar na bebida e se cuidar se o clima esquentar! Então, bom senso e disposição para dançar durante todo o São João são a dica da vez. E valem tanto para a capital quanto para o interior! Agora, é só aproveitar… “Fagulhas, pontas de agulhas, brilham estrelas de São João…”

Para ler a programação de todas as cidades e um pouquinho mais, é só conferir na TR.

Por Janine Falcão, Relações Públicas da Ascom/UNEB.

jun 18

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Clique aqui para ver o edital. Outras informações no site.


jun 17

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Até dia 31 de agosto, estão abertas as inscrições para o CONCURSO DE DESENHO DE CARTAZ, promovido pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização de Estados Americanos (OEA). O tema do concurso é “CIDH em Defesa dos Direitos Humanos.

Qualquer pessoa pode participar, basta atender a uma das seguintes categorias:
• Crianças e adolescentes de 12 a 17 anos
• Jovens de 18 a 23 anos de idade

Os estudantes podem entregar as inscrições pelo correio ou por e-mail mrivero@oas.org. O ganhador ou a ganhadora de cada categoria terá um certificado de participação e um prêmio no valor de US$500,00 (quinhentos dólares), pagáveis mediante cheque da OEA.

Leia o edital, e participe!