relevant to orgasm, absence of African mango diet pills african mango
jul 31

A PPG- Pró-Reitoria de Pesquisa, através de sua coordenação de Difusão e Popularização das Ciências e Tecnologia lança, hoje 31 de julho, o Projeto Sexta – Feira do Conhecimento 2009.

O evento, como o tema Ciência, Pesquisa E Tecnologia, tem início às 14h, no Auditório Ivete Sacramento, no DCH, Campus I. E conta com a participação Profª Drª Rêjane Maria Lira da Silva que na ocasião vai falar sobre seu bem sucedido projeto Ciência, Arte E Magia.

As inscrições são feitas através do e-mail: inscições.sexta@gmail.com

Para maiores informações acesse o Portal da Uneb.


jul 29

Até onde me preocupo com o Meio?

Até onde vai a sua preocupação com o Meio Ambiente? Estamos dispostos a abdicar de certos luxos e regalias em prol de algo, por vezes, impalpável?

Faço-me essa e outras perguntas toda vez que penso o porquê do meu blog; até onde é possível tornar as pessoas conscientes de seus atos ao Meio onde vivem? É difícil, eu sei, pensar nas consequências da lata de refrigerante jogada pela janela do ônibus, enquanto muitas outras preocupações “primordiais” perpassam pela mente.

O não-imediatismo resultante do nosso comportamento com o Meio, nos deixa confortáveis a ponto de esquecermos da vida que nossos filhos e netos levarão: um futuro incerto que, nem os mais céticos, podem ludibriar.

Síndrome apocalíptica à parte, os efeitos desse último século de vida moderna começam a tornar-se perceptíveis; em minha opinião, tudo começa pelo aquecimento dos oceanos, o que reflete em todos os outros aspectos: do derretimento das calotas polares até a migração fora de época de aves e animais marinhos; na diminuição de absorção de gás carbônico pelos oceanos – sim, não só as plantas absorvem CO2 – até a formação descontroladas de eventos naturais, como tsunamis e furacões.

Na verdade, eu acho que não é mais hora de pensar a questão ambiental como subsidiária do marketing empresarial. E não afirmo isso apenas pelo fato de que qualquer organização hoje utiliza o discurso de sustentabilidade, da grande empresa de petróleo ao bordel alemão, mas pelo processo pedagógico a que ela [a questão ambiental] deve ser atribuída.

Também não acho que uma mudança de atitude, ao menos minimamente, seja um trabalho Herculano, mas a falta de apoio e real atenção a essas práticas que devem ser discutidas. Falando nisso, aproveito para parabenizar a instituição pela representação nacional no Fórum do Condomínio da Terra, em Gaia, Portugal. Um projeto um tanto simples de ser entendido, porém, ainda sem apoio a nível internacional, principalmente, das grandes potências. Dizer também, que estaremos aqui para cobrar essa representação, para que não caia em mais um puro marketing.

No mais, é cada um rever suas atitudes, seus preceitos e prioridades; não só as do presente, mas principalmente, as futuras. Quanto a mim, e quem mais se importar, continuo postando, tentando escrever sobre esses assuntos “batidos”, e cada vez mais importantes. A pergunta que fica é: E eu, até onde me preocupado com o Meio?

Para ver o vídeo Condomínio da Terra - Sílvia Alberto clique aqui!

As inscrições que estão no vídeo já acabaram. Mas a questão ambiental é atemporal!

Por Diêgo Lôbo

Estudante de Comunicação Social

jul 28
arquivo google

Imagem: Arquivo Google


A tal da ética em nosso meio*

Verdade, imagem e ética na profissão de comunicação no Sertão dos coronéis eletrônicos

“O rádio é pra ser feito com raça”,
radialista Marcus Aurélio.

Depois de 12 anos de atuação nos meios de comunicação de massa na Região Sisaleira eu sempre me pergunto: O que é ética? Onde ela está? Com quem ela está? Para que serve? Também veem outros questionamentos e ao mesmo tempo algumas ideias.

No artigo “Sociedade, Ética e Cultura”, o escritor Danilo Santos de Miranda diz que:

“entre os valores que todas as culturas criam, necessariamente – sejam eles bons ou ruins – existem aqueles que dizem respeito mais de perto às ações dos homens entre si, aos seus comportamentos individuais e coletivos. De maneira sumária, portanto, a Ética é uma investigação ou ciência dessas condutas – tanto dos motivos, das formas, quanto das finalidades das ações” (MIRANDA).

Neste sentido também tenho estudado a atuação e conduta dos profissionais da minha região. Começando por mim. Onde estou e o que estou fazendo? O que fiz para chegar até aqui? Volta e meia me pego pensando ou mesmo passando por situações como essas. [Leia mais]

Paulo Marcos
Estudante de Radialismo
Campus XIV – Coité

jul 24

Olá, caros leitores do BUB – Blog da Uneb. É com imenso prazer que estréio aqui, local que é muito bacana e que por gostar muito eu sou leitor assíduo. Queria aproveitar o ensejo e agradecer a Dani Vidal pela indicação de tantos Blogs legais, no dia do lançamento desse daqui, e dizer que virei leitor de tantas outras coisas boas! Você Dani, deveria postar uma listinha aqui…

Então, agora que se esgotaram as rasgações (hehehe) eu queria inaugurar uma série de postagens que farei aqui nesse Blog sobre o trabalho dos meus colegas daqui da UNEB, designers, e que tantas vezes me inconformo com o fato de algumas pessoas não conhecerem seus trabalhos! Vamos lá…

Todo santo dia, quando a bendita lista de presença chega à minha mão, quando eu desemboco a caneta para assiná-la, eis que encontro a primeira dificuldade: uma curva acentuada, depois outra e mais outra, precedida por um cruzamento de linhas, tudo isso com muita harmonia e elegância. Viviane Seixas. É o autógrafo que me atrapalha de assinar na linha debaixo. Fico chateado da vida com ela. Já grito logo “poxa, Vivi, como é que eu vou assinar embaixo desse autógrafo aqui?” Ela só ri, depois vira de volta para o que estava fazendo e faz pouco da minha reclamação. Hoje eu sei: ela só estava treinando…

vivi

Vivi é como eu a chamo, mas a designer de produto Viviane Seixas encanta não só a mim, mas a todos que conhecem as suas esculturas feitas em massa de biscuit. São retratos perfeitos, as formas fidelíssimas aos seus donos. O que mais impressiona é a riqueza de detalhes. Seja na orelha de abano de uns ou na pontinha do cadarço do tênis de outros, a soma de todas essas minúcias aliada ao acabamento impecável e incomum senso estético fazem de cada trabalho de Vivi uma obra de arte. As esculturas nasceram (além do talento da designer, é claro) da demanda que existia no mercado de bonequinhos para bolos de casamento. O problema é que Vivi foi além. Hoje em dia, eu soube que o número de bonecos genéricos recusados pelos noivos subiu estratosfericamente, assim como a fila de espera de Vivi. Ela hoje modela para todos os tipos de demanda, designer esperta que é, soluciona os problemas com alternativas sempre muito criativas. Me impressiono com o cabelo dos bonequinhos dela… Na formatura de 2008 da turma de Design da UNEB, os professores homenageados receberam uma miniatura sua, cada um deles. Nem preciso dizer o resultado, né? O fato é que o meu já está encomendado, né Vivi?

Creio que não adianta mais eu ficar elogiando, pois, assim como a fase em que eu ficava só incentivando ela, essa também já passou. Vivi dispensa comentários e elogios. Confiram vocês mesmos no orkut dela, as fotos de suas crias! Agora, o telefone dela, isso aí vocês vão ter que descobrir por conta própria, por que eu não quero que vocês cubram a minha oferta e a minha escultura volte pro final da fila outra vez ;)

Confiram: http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=8296875718608058045&aid=1214738236

Por Cícero Villas-Boas, Estudante de Desenho Industrial – PP
www.cico.art.br

jul 24

blog-eduneb1

Por Adalton dos Anjos, Eduneb

A Editora UNEB acaba de lançar seu blog. O Blog EDUNEB é mais um canal para que você possa se comunicar conosco. O blog contará com as seguintes seções: Notícias - as principais notícias relacionadas a autores, editoras, a UNEB e a eventos relacionados literatura; Em construção - que tal saber antes de todo mundo quais os livros que estão em fase de preparação na EDUNEB? Perfil do autor - a cada quinzena você poderá conhecer um pouco mais dos autores com obras publicadas pela EDUNEB; Lançamentos Nacionais - segunda-feira é dia de saber quais os últimos lançamentos das editoras universitárias do país. Se você gostaria de divulgar seu livro em nosso blog envie um email para nós (livrariauneb@uneb.br) Galeria de fotos - aqui você encontra as fotos dos eventos em que a EDUNEB esteve presente; Informativos - Nessa seção você tem contato com os números do Informativo EDUNEB distribuído quinzenalmente pelos emails cadastrados antes de todos.
Não deixe de acessar o nosso blog. O endereço do Blog EDUNEB é: eduneb.wordpress.com

jul 23

ed-721

Dica da Semana

A dica dessa semana é para os amantes do cinema!

Teremos em Salvador o V Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual. O seminário será realizado de 27 de julho a 1º de agosto no Teatro Castro Alves.

O evento é considerado como uma das mais importantes iniciativas para debater questões do mundo cinematográfico. A quinta edição do seminário apresenta uma programação variada com mostra competitiva, lançamento de filmes e mesas-redondas.

A inscrição custa R$ 25 (meia) e 50 (inteira) e são feitas através do site http://www.seminariodecinema.com.br/

Por Marília Santos

Para ler a TR na íntegra, clique aqui!

jul 23

Fonte: Google

Fonte: Google

Por Lúcia Leiro, Professora do Campus XIX

Mas o que há assim de tão perigoso por as pessoas falarem, qual o perigo dos discursos se multiplicarem indefinidamente? Onde é que está o perigo?(Foucault)

Foucault em seu livro A Ordem do Discurso afirma que existem dois interditos sociais, já que lugares de poder: a sexualidade e a política. Recentemente tivemos um exemplo deste último, pois na quarta-feira a Câmara de Deputados aprovou o substitutivo do Projeto de Lei 5.498/2009 que restringe o uso da internet aos candidatos e partidos.

O artigo 57-B propõe, logo de início, querer limitar o uso de um espaço dinâmico, ágil, democrático, cada vez mais acessível à população graças à ampliação de lan houses nos bairros populares, das salas gratuitas e dos centros de informática disponibilizados pelo Estado e Município, a um número reduzido de usuários, nesse caso candidatos e membros de partidos. Esse livre e crescente acesso pelas massas parece ter provocado um mal-estar entre os parlamentares que resolveram cercear a liberdade do cidadão e da cidadã de se expressarem, para inscrevê-los(as) em um território de proibições que, como sabemos, agride violentamente os direitos garantidos pela constituição federal. O exercício da livre expressão é direito de qualquer cidadão.

A Lei define no seu artigo 57 que cabe aos partidos e candidatos o uso exclusivo do espaço virtual para as propagandas políticas. Observem ainda que os candidatos ou partidos são os únicos que podem sediar uma página contendo propaganda política, cujo destino, em seguida, é encaminhar para a Justiça Eleitoral, através de seus delegados, para ser aprovada. Essas restrições dizem respeito também aos e-mails que deverão ser apenas usados pelos candidatos, partido ou, ainda, coligação. Contraditoriamente, o PL permite as doações pela internet facultando ao doador a sua identificação. Isto é, para contribuir politicamente no plano das idéias e opiniões é necessário que haja identificação, mas para contribuir financeiramente não é necessário.

Vê-se ainda que nenhuma entidade poderá veicular propaganda eleitoral, seja ela com ou sem fins lucrativos, como prevê a Lei 9.594 de 30 de setembro de 2004, mas qualquer uma delas poderá doar sem precisar identificar-se.

A atual legislação sobre a propaganda eleitoral, a ser encaminhada para o Senado para ser sancionada pelo presidente, parece, infelizmente, trazer querelas históricas quando, em um recente momento do nosso país, nem sempre era possível falar sobre o que se quisesse.

Contudo, eis que no decorrer da leitura, aparece uma luz no fim do túnel, pois a própria Lei parece contradizer-se. O artigo 57-B, no inciso IV, que trata das pessoas ou instâncias autorizadas a fazer a propaganda eleitoral na internet, diz que essas pessoas ou partidos podem fazê-lo:

“Por meio de blogues, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações, ou de iniciativa de qualquer pessoa natural”.

Juridicamente falando, “pessoa natural” é o cidadão comum e, me parece, que aqui temos uma contradição na lei, pois ao mesmo tempo em que o documento restringe o uso desse espaço para uso exclusivo dos candidatos ou candidatas ou partidos políticos, imediatamente depois abre para a possibilidade da “iniciativa de qualquer pessoa natural” fazê-lo. Desse modo, a Lei parece ter perdido o seu efeito, pois o cidadão que quiser gerar páginas para fazer campanhas estará amparado pelo artigo 57-B, inciso IV. Assim qualquer cidadão poderá construir páginas na internet para discutir os programas de seus candidatos e partidos e divulgá-las em suas comunidades virtuais, já que as comunidades sociais, as redes em que estamos envolvidos virtualmente fazem parte de nossa realidade, assim como as redes que firmamos nas relações e práticas sociais presenciais. Graças ao artigo 57-B, inciso IV poderemos exercer a nossa cidadania dialogando de várias formas e debatendo o destino político do nosso país.

Será que fiz a leitura da lei corretamente?

jul 22

A sugestão de pauta é de Narcimária Luz coordenadora do PRODESE-Programa Descolonização e Educação UNEB/CNP. O artigo escrito por Marco Aurélio Luz aborda de forma especial a obra de Michael Jackson.

Criador de um estilo artístico diferente, Michael tornou-se primeiro cantor afro-americano e a uma das personalidades mais conhecidas mundialmente. O autor faz uma sintese de alguns momentos do cantor e apresenta as proporções que sua música, sua dança, e sua vida pessoal atingiram.

Para ler o artigo clique aqui!

Por Marília Santos

prof-marco

jul 21

Prosseguindo a discussão sobre a trajetória da produção musical na Bahia Alex Hercog, estudante de Comunicação Social do Campus I, exprime suas idéias sobre o assunto e fala um pouco da sua experiência enquanto músico.

Alex, mais conhecido como Az, mostra-nos um outro lado do espaço cultural, a postura das bandas e como o estudo e a dedicação são importantes para aqueles que almejam sucesso.

E você, o que acha sobre isso? Comente ou mande sua sugestão!

Por Janine Falcão

foto-az-01

Sempre foi fácil reunir um grupo de amigos e iniciar um projeto musical. Porém, sempre foi difícil transformar essa brincadeira inicial em coisa séria e duradoura. É muito fácil apontar as dificuldades que qualquer banda que se forme encontra. O que não existe é uma fórmula pronta para o sucesso.
Com base no meu fascínio por música, em todos os meus 22 anos de vida, e das recentes experiências com produção de banda e eventos, vou tentar traçar um perfil do que tenho visto pelo cenário musical de Salvador.

Antes de criticar a falta de espaços e oportunidades; o mercado saturado, a cultura atrasada de produtores e investidores culturais; e de tudo que atrapalha o desenvolvimento musical local, vou logo responsabilizar as próprias bandas pelos seus possíveis insucessos. Muitos “músicos” acham que saber tocar seus respectivos instrumentos é suficiente para se jogar na noite, realizando shows. Isso é um mal começo! O resultado disso é um apanhado de bandas soteropolitanas que não possuem composições próprias e sobrevivem tocando os grandes sucessos dos outros. Além disso, é fácil encontrar bandas que não se preocupam em qualificar seus arranjos musicais e nem buscar construir uma personalidade forte e diferencial. Ensaios uma vez por mês e falta de disciplina também são tiros no próprio pé.
Mas ainda existem bandas que acreditam no projeto, estudam arranjos, composições e técnicas, e buscam desenvolver algo verdadeiro e com personalidade, ao invés de ser só mais uma banda a tocar Los Hermanos ou Led Zeppelin, em shows cujo público de trinta e poucas pessoas é formado apenas por amigos e parentes. Para as bandas de talento, no entanto, muitas dificuldades começam a atrapalhar.
Em Salvador, se você não toca pagode, nem axé (ou até mesmo forró, durante o período junino), as chances de você deslanchar são mínimas. Por outro lado, isso garante que o seu sucesso não dure apenas um carnaval. Não adianta! Se você não tiver uma banda revolucionária, como foi a de Chico Science & Nação Zumbi, do início dos anos 90, você precisará de muitos anos até formar público em Salvador ou fora da Bahia. No circuito independente são pouquíssimas as bandas que conseguiram atingir um patamar de respeito. Posso citar o pessoal do Cascadura, Retrofoguetes e Radiola, como algumas das poucas bandas que são reconhecidas na Bahia e em outros eixos nacionais (e vale a pena pesquisar a história dessas bandas, pois esse respeito só foi adquirido após muitos anos de batalha).
As dificuldades também estão na cultura do público. Os poucos que não se interessam pelo axé das Cláudias Leites da vida e de outras imitações, também não costumam prestigiar as novas bandas do cenário independente – leia-se “não produzidas pelas grandes produtoras que norteiam a indústria e o mercado musical baiano”. Os jovens que buscam diversão nas noites da capital preferem prestigiar o show de uma grande atração nacional, muitas vezes gratuito (porém, patrocinados por apoiadores ou editais que quase nunca contemplam as bandas independentes), ao invés de pagar 10 ou 15 reais em um show de uma banda que ele nunca ouviu presencialmente, mas que pode ser muito boa. E quando pagam é incentivado pela indústria musical “alternativa”, que sempre dá um jeito de tornar “cult” bandas não muito boas, como é o caso de muitas bandas pernambucanas, que há alguns anos pegaram o bonde dessa indústria “alternativa”, mas que certamente, em pouco tempo, estarão fora de moda e outras referências guiarão o mercado musical. Mais uma vez, quem sai perdendo são as bandas locais, cada vez mais desprestigiadas.
Enfim, se não dá pra esperar que a indústria musical e a cultura da população dêem oportunidades, o jeito é fazer o dever de casa. Estudar, praticar, disciplinar, inovar, criar, inventar e ter paciência são as palavras chaves para que uma banda caminhe pra frente. Se, passados o mínimo de muitos anos necessários, o sucesso não vier, já vai ter servido passar por todas as boas experiências que uma banda sempre tem. Portanto, apesar dos pesares, vale à pena, sim, apostar em uma banda. Os amantes da música agradecem.

jul 21

Oportunidade de estágio para estudantes de Turismo!

A vaga é para trabalhar em uma Agência de Turismo localizada no aeroporto.

Disponibilidade para trabalhar das 6hrs às 10hrs, de seg a sex. Pré-requisito: residir em Lauro de Freitas ou região próxima ao aeroporto.

Atividades: reserva de passagens aéreas, hospedagem, locação de veículos, seguro de viagem e acompanhamento de embarque.

Os interessados devem enviar currículo para: rh@alltour.com.br, até 27 de julho.