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ago 31

squ4

Entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro o Departamento de Ciências Exatas e da Terra/ DCET do Campus I e o Teatro UNEB sediarão a Semana de Química da UNEB – SQU. Organizada por estudantes de graduação, pós-graduação, professores do Curso de Licenciatura em Química da UNEB e professores de outras instituições públicas a Semana tem como público-alvo estudantes e profissionais das áreas de Química, Farmácia, Engenharia e correlatas. Na programação constam Conferência de abertura, minicursos, palestras e mesa-redonda, além de outras atividades.

Os interessados podem ser inscrever de duas formas: em postos de inscrição na UNEB (Prédio Especial), IFBA (antigo CEFET-BA) e UFBA, entre os dias 31 de agosto a 25 de setembro, ou através do envio da ficha de inscrição pelo site (www.squneb.multiply.com) e do comprovante de pagamento, via e-mail (squneb@yahoo.com.br), entre os dias 31 de agosto a 18 de setembro.
O investimento é no valor de R$30,00 para quem se inscrever em um minicurso e de R$40,00 para quem desejar participar de 02 minicursos.

Mais informações
www.squneb.multiply.com
squneb@yahoo.com.br

71 8820-1046/ 9932-4139

ago 28

ed-772Dica da Semana

Nesta sexta, 28, poetas, dançarinos, bandas de hip-hop e cantores de reggae se reúnem para marcar a passagem do “Agosto Negro – Consciência Negra é Preciso”. O evento, que acontece às 18 horas, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho (Centro Histórico de Salvador), é uma promoção da Associação Cultural Aspiral do Reggae.

A entrada para o show é gratuita e contará com as apresentações das bandas Aspiral do Reggae, Jó Kalado, Futuro do Reggae, dos grupos de Rap Nova Saga, Império Negro, Fase Ideológica, Lukas Kintê, Afro Jhow e Marcio Uilis, dos poetas Hamilton Borges, Geovane Sobrevivente, da dançarina Vânia Nascimento e discotecagem com DjAkani.

Por Marília Santos

Quer receber a TR completa por e-mail? Escreva para blog@uneb.br e informe.

ago 26

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Por Larissa Valverde

Estudante de Relações Públicas

Acontece no dia 28 de Agosto das 14 às 18 horas o curso Signo, Discurso e Interpretação, organizado conjuntamente pelos grupos PET de Filosofia, Comunicação e Letras da Universidade Federal da Bahia. O curso será ministrado por um palestrante de cada uma dessas três unidades, abordando os temas transversais que o entitulam.

O evento será realizado no auditório da Faculdade de Comunicação e os professores convidados são Antonio Marcos da Silva Pereira, do Instituto de Letras, Márcio Augusto Damin Custódio, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas e José Benjamin Picado Sousa e Silva, da Faculdade de Comunicação.

A entrada é franca e as inscrições poderão ser feitas através do envio de nome completo, RG e CPF para o e-mail signodiscursoeinterpretacao@gmail.com ou, no caso de sobra de vagas, no próprio local do evento.

ago 25

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Por Tânia Cordeiro

Professora do Curso de Comunicação Social/Campus I

Analisar uma determinada manifestação que é, freqüentemente, objeto de muitos elogios implica em riscos. De um lado, pode-se cair na homologação dos juízos já estabelecidos e, de outro, é possível ser incompreendido caso se adote uma posição independente das formas consensuais de apreciação do fenômeno. Acredito que tenho chance de sofrer essa segunda forma de julgamento no que se refere aos rápidos comentários que farei sobre o carnaval de Salvador. Adianto, desde logo, que me agrego à corrente emocional e emocionante que vibra com a dimensão da festa, se impressiona com o som, com as cores, com os sorrisos etc. Mas noto que o carnaval não é só alegria, não é pura magia e cobro como que uma explicação para tornar possível tão grandioso evento.

Entrar no carnaval com tudo pago, com roteiro pré-definido, com músicas e danças já ensaiadas, com carro de apoio ou com camarote assegurados não pode ser a mesma coisa que entrar na festa para fazer a separação entre o bloco e a pipoca ou para coletar latinhas. A idéia de que cada um faz o seu carnaval sugere que as possibilidades estejam distribuídas e todos, igualmente, podem escolher a festa que bem entender e, portanto, todos podem ocupar certos espaços nas vias públicas em conseqüência da escolha feita.

A idéia de escolha a alcance de todos é uma das fantasias básicas do carnaval. O adolescente que se comprime com o seu fogareiro em brasa em meio aos foliões, por essa lógica, é mais um que realiza uma opção e é, muitas vezes, visto como uma prova de Bahia, de nossa riqueza cultural e de uma habilidade corporal só possível aos afrodescendentes. Os vendedores de bebidas e comidas também compõem o produto carnavalesco como uma espécie de ingrediente da receita momesca. Sobre eles são registrados comentários relativos aos petiscos e à alegria original da Bahia, mas também é indicada a luta para se conquistar lugar nos circuitos da festa, fazendo-se notar muita diferença entre os protocolos de ingresso no referido espaço a ser consumido por clientes (integrantes de bloco e de camarotes) e a ser atendido por pequenos negociantes. Essa diferença não impede que todos se divirtam, mas o fato de se divertirem não cancela as distinções nada fantasiosas que estruturam o espaço do nosso carnaval.

A idéia de que tudo é festa muitas vezes embaralha a visão dos que, embora enxergando as cenas de discriminação ou de privatização do espaço público, não conseguem atinar para o fato de que as regras usadas durante o evento não são particularidades carnavalescas, mas se trata de adaptações de usos ordinários do espaço urbano e social. No viver ordinário nós temos o dono da rua que, no trânsito, por exemplo, é representado por aqueles que se encontram no interior dos automóveis em contraste com os pedestres que são percebidos como errantes e desavisados a freqüentar lugares dominados pela velocidade e pela máquina. Essa divisão pode ser traduzida no perímetro carnavalesco através da apropriação de natureza preferencial e quase institucional das vias públicas pelos blocos e camarotes, cabendo aos que estão fora dessas áreas a condição de massa a disputar nesgas de visão e de inclusão de seus corpos no campo da efervescência trazida com a passagem dos públicos seletos dos blocos.

Recordo, também, que ordinariamente nós temos vias públicas que se apresentam como espaços geradores de imagens de um lugar bonito e feliz em contraste com lugares que ficam longe da visão do visitante. Isso também pode ser percebido na distribuição dos territórios ocupados pela folia momesca. Há espaços marcados pela presença de grupos sociais mais bem posicionados, enquanto outros atendem a segmentos mais marginalizados socialmente. Essa forma de divisão está presente no próprio percurso mais tradicional e, ultimamente, têm sido programadas atrações menos famosas ou qualificadas para serem executadas em alguns bairros periféricos. Também aí ficam as marcas das distinções entre pipoca, corda, bloco e camarote.

ago 24

carnaval

A indicação da sugestão de pauta de hoje é de Cícero Vilas Boas, estudante de Design e vencedor do concurso da logomarca deste blog. Sua proposta é levantar discussões a respeito do uso do espaço público no carnaval.

O Conselho do Carnaval anunciou em junho deste ano, por decisão unânime, a retirada da Avenida Carlos Gomes do circuito carnavalesco. O novo trajeto dos trios começaria no Hotel da Bahia, seguiria pelo Campo Grande em direção à Avenida Sete e terminaria na Praça Castro Alves. Segundo o Conselho, o objetivo do projeto é fortalecer o circuito Osmar Macêdo, acabar com o congestionamento dos trios, proporcionar aos foliões mais espaço e comodidade para curtir a festa.

No entanto, a Salvador Turismo (Saltur) julgou técnica e operacionalmente inviável o projeto. Segundo a empresa há diversos problemas na decisão e o maior deles é relativo à dispersão de foliões e trios a partir da Praça Castro Alves. Caso isto acontecesse, haveria choques diretos com os blocos que circulam no espaço Batatinha, no Centro Histórico, o que poderia acarretar uma série de problemas.

Diante de tanta polêmica, qual é a sua opinião em relação à mudança do trecho? O circuito tradicional deveria ser mantido? Ou a Praça Castro Alves deveria voltar a ser o símbolo do carnaval de Salvador? E os blocos afros e o Gandhi, por exemplo, seriam prejudicados?

Decisões referentes às manifestações culturais devem ser tomadas com muita cautela, sobre tudo para os órgãos, que homologam propostas, ao invés de torna-se responsável pela regulamentação, fiscalização e consulta dos participantes das festas relativas à cultura.

O Blog da Uneb é um espaço para interações e discussões, então amanhã a professora Tânia Cordeiro vai dizer o que pensa sobre o carnaval e as condição que se propõe esta mudança de circuito.

ago 20

filme

Quem contribui hoje com a nossa sugestão de pauta é Rebeca Lisbôa, estudante do campus I. Ela nos conta suas impressões sobre um filme inspirado no livro “O senhor das moscas”, com o qual o seu autor, William Golding, ganhou o prêmio Nobel da literatura.

Um grupo de estudantes entre os 9 e os 15 anos de idade sofre um desastre de avião e cai numa ilha deserta. Pertenciam a uma academia militar, pelo que o comandante do grupo assume a liderança. No início a alegria é a nota dominante. Não há aulas, não há adultos… só há férias! Como se trata de uma ilha tropical, sentem-se no paraíso. No entanto, é preciso lutar pela sobrevivência para conseguir alimentos, para se protegerem das condições climáticas e para avisar os possíveis socorristas de que estão vivos… Longe dos códigos que regulam a sociedade dos adultos, esses jovens terão de inventar uma nova civilização, alicerçada exclusivamente nos recursos naturais da ilha e em suas próprias fantasias.

Até aí este romance do inglês William Golding poderia ser lido como simples aventura infanto-juvenil, cheia de caçadas, banhos de mar e, ao final, a descoberta de um tesouro escondido por piratas. Mas não é o que ocorre. Apesar dos esforços iniciais de organizar uma sociedade auto-suficiente e equilibrada, o bando vai progressivamente cedendo à vida dos instintos, regredindo às pulsões de violência e de morte. A disputa pelo poder é um dos estopins da desordem. E o paraíso do “bom selvagem” acaba em carnificina.

Invertendo o clássico Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, em que um único indivíduo conseguia impor a civilização ao estado de natureza, Golding expressa neste romance sua descrença na bondade inata dos homens e em sua capacidade de criar um mundo melhor.

Lançado em 1954, menos de uma década após os campos de concentração nazistas e a bomba de Hiroshima, o livro carrega esse destino já no título: “Senhor das Moscas” é a tradução literal da palavra hebraica Ba’alzebul - em português, “Belzebu”.
Este é um filme cru e forte sobre a natureza humana, marcado por uma extraordinária banda sonora, que cria e dissolve estados de alma e envolve emocionalmente toda a realidade que nos é dada observar.

ago 18

A Coordenadoria Ecumênica de Serviços (CESE), entidade sem fins lucrativos estruturada em princípios e valores cristãos, abre vaga de estágio para Comunicação Social – Relações Públicas.

Os interessados em Produção de Campanhas, Atividades Virtuais e Realização de Pesquisa, devem encaminhar seus currículos para pereira@cese.org.br.

Os requisitos para ocupar o cargo é ter disponibilidade de 4 horas diárias; ser dinâmico; ter pró-atividade, facilidade de relacionamento, texto de boa qualidade e possuir Inglês.

Para maiores informações acesse www.cese.org.br

ago 17

Imagem: Arquivo Google

Como combinamos hoje é a vez da professora Lynn Alves (http://www.lynn.pro.br/) discorrer sobre educação e blogues. Que professor é esse que circula pelos ambientes virtuais? E quais os diferenciais dos blogues na educação?

Na perspectiva da professora Lynn os blogues permitem reflexões sobre aspectos mais subjetivos, têm um aspecto mais colaborativo: “O blog cria um canal diferenciado no cenário pedagógico na medida em que permite aos professores e alunos registrarem reflexões em torno dos aspectos subjetivos que interferem no processo de ensinar e aprender. Assim, os blogueiros podem compartilhar suas dificuldades, medos, ansiedades, conquistas, vitórias presentes na “dor e delícia de aprender”.
Outros aspectos que podem ser evidenciados nos blogues envolvem o exercício contínuo da escrita. Uma escrita diferenciada que pode assumir a configuração de grande hipertexto, repleto de intertextualidades, favorecendo a emergência de uma inteligência coletiva que emerge e se constrói cotidianamente na web. Desta forma, os aspectos sociais, culturais, afetivos e cognitivos dentre outros trilham caminhos compartilhados, onde cada um que posta um novo texto, atua na zona de desenvolvimento proximal do outro, potencializando a perspectiva vigotskiana”.
Para utilizar toda essa potencialidade dos blogues, tornar essa dinâmica possível é importante, segundo a professora, desejar conhecer, desejar o novo e, ter disponibilidade para agir de forma participativa e autônoma. “Creio que basta ter o desejo de desvendar um novo universo, que exige dos interatores a disponibilidade para ler, escrever, pesquisar, refletir sobre a temática discutida no blog, exercitando sua autonomia, tornando-se ator e autor do processo de construção coletiva, autorizando-se a dizer o pensa.”
Então, enquanto Forasteiros, estrangeiros, imigrantes de uma nova terra, convido aos professores a:
Apreender uma nova língua, uma nova pátria
Imergir: desvendar o universo digital
Distanciar: construir leituras críticas
Apropriar: para aproximar
Boas interações para vocês.

ago 14

Imagem: Arquivo Google

A discussão sobre blogues educativos não acabou. Hoje, Thamires Almeida, estudante de Relações Públicas, dirá o que pensa e como percebe essa possibilidade comunicativa na educação.

“Acredito que o uso de blogs durante cursos de graduação ou pós-graduação, se encarado como ferramenta de auxílio aos atributos e à gerência das disciplinas, pode ser um bom parceiro da educação na contemporaneidade. O blog é um facilitador da comunicação entre alunos e professores, além de possibilitar a troca e partilha de idéias, informações, dúvidas e inquietações. Por outro lado, é preciso que professores e estudantes tenham consciência de que a tecnologia ainda não chegou a todos (será que um dia vai chegar?) e que o acesso à internet ainda é bastante restrito, principalmente, a estudantes de universidades públicas. Portanto, o uso desse tipo de ferramenta deve ser cauteloso e sempre mesclado às tradicionais atividades em sala de aula”.
Thamires acredita ainda que a tendência da comunicação em rede não traz grandes dificuldades aos interessados por essa mediação da educação em ambientes virtuais: “Com a chegada das novas tecnologias da informação e comunicação acredito que não sejam necessários muitos atributos aos desejosos em fazer parte das redes sociais, sejam professores ou estudantes. A atual tendência por comunicação em rede trazida pela web 2.0 propicia facilidade e praticidade aos usuários, que dispõem de uma gama de opções e ferramentas que auxiliam a navegação. Intimidade com o aparato tecnológico, bem como a crença na eficácia da utilização desse tipo de ferramenta na educação são algumas características básicas exigidas a qualquer blogueiro ou usuário”.

Educação, interatividade, ambiente virtual. Temas amplos, que permitem infinitas leituras. É por isso que nossa discussão não acaba hoje. A próxima postagem será da professora Lynn Alves, do Curso de Pedagogia do Campus I dizer o que pensa sobre essa parceria Blogues e Educação. Enquanto isso… Diz aí o que você pensa!

ago 13

arquivo google

Imagem: Arquivo Google

A sugestão de pauta da vez é da professora Lúcia Leiro. A professora, que desenvolve estudos e trabalhos sobre o ambiente virtual e mantém um blog (http://lucialeiro.wordpress.com/) mandou sua sugestão e, o que é muito bom, disse o que pensa sobre o assunto. Então, para os blogueiros de plantão: será que blog e educação podem se relacionar? O blog seria uma nova possibilidade educativa? Lúcia Leiro vai dizer à gente o que ela pensa sobre isso.

Começando a discussão a professora Lúcia Leiro destaca que antes mesmo de discorrer sobre os blogues na perspectiva educativa é importante falar sobre a palavra “educativo“: “Talvez o termo mais adequado fosse blogues escolares e blogues acadêmicos, respectivamente para os blogues construídos por professores e alunos das escolas dos níveis fundamental e médio e universidades, já que a educação não se restringe a esfera formal, institucional”. Ela defende ainda que basta que professores e estudantes vejam a tecnologia como espaço para produção e divulgação de conhecimento e interação entre sujeitos para que os blogues possam ser adotados com propósito “escolar ou acadêmico”.
O uso de blogues na educação também envolvem e contribuem para a interatividade nos processos de construção e troca de conhecimentos: “A produção do blogue já envolve a interatividade desde o momento de sua concepção. Em geral, dão ótimos resultados quando feitos por pequenos grupos. Estes discutem o tema, organizam a pesquisa e produzem conhecimento de forma coletiva. Do ponto de vista da avaliação, os blogues favorecem o redimensionamento do que se entende por avaliar, já que a preocupação do aluno é muito mais em divulgar um blogue criativo, propositivo, comunicativo que faça com que os internautas interajam do que a busca pela nota exclusivamente. O blogue contribui para uma maior autonomia da escrita, evitando as cópias”.
Como nada possui apenas vantagens o uso de blogues como uma possibilidade educativa também tem suas dificuldades. Aliás, para Lúcia Leiro uma dificuldade, de ordem cultural. “Alguns alunos têm dificuldades com esse espaço, mas o problema é logo sanado quando fazemos uma aula no laboratório de informática. No mais é somente vantagem. A graduação deve estimular e exercitar a pesquisa e esse resultado precisa ser divulgado, apresentado para a comunidade e o blogue pode ajudar nisso. O conhecimento foi feito para circular pelo mundo e não para ficar no fundo das lixeiras, perdido e amassado”.

Como estamos falando em interação e em educação não podemos deixar os estudantes fora dessa discussão, certo? Então, para dizer o que pensa sobre blogues e educação continuaremos essa conversa amanhã, com Thamires Almeida, estudante do Campus I. Até mais!