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dez 20

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Nome Completo: Claúdia Regina Dantas Aragão
Idade: 43 anos
Formação: Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, pela UNEB
Especialização: Relações Públicas, Educação e Novas tecnologias da Informação e Comunicação e Mestrado em Educação e Contemporaneidade
Campus: I
Disciplina: Planejamento em comunicação; Planejamento em Relações Públicas; Campanha de Relações Públicas; Introdução às novas Tecnologias da comunicação e informação; Comunicação e Tecnologias educacionais e Orientação de Projetos Experimentais.

1. Por que optou pela vida acadêmica?
Na verdade, foi por incentivo de uma professora da UNEB, Itania Gomes, que hoje atua na UFBA e foi minha orientadora no trabalho de conclusão de curso, um Planejamento de comunicação para a UNEB. Na época, trabalhava numa agencia de comunicação e resolvi fazer o concurso. A UNEB, na verdade, sempre foi meu segundo lar, aqui me sinto em casa. Retornar à UNEB como professora foi um grande desafio e ao mesmo tempo muito gratificante.

2. Comente sobre sua vida acadêmica.
A vida acadêmica é um aprendizado constante e minha experiência como docente tem sido muito gratificante, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos, gosto de estar em sala de aula e tenho um bom relacionamento com meus alunos.

3. O que a UNEB tem de bom e o que precisa melhorar?
O fato de ser uma universidade pública de qualidade, atuar em vários municípios, possibilitando uma formação superior a comuniddade baiana, destacaria como muito positivo. Mas por outro lado, esse próprio crescimento nos faz pensar na necessidade de um melhor planejamento. A carência de espaço físico é um problema grave, que inclusive dificulta o exercício da atividade acadêmica em todos os níveis: ensino, pesquisa e extensão. O DCH do Campus I, departamento no qual atuo, é o maior exemplo disso. Funcionamos com seis cursos, alguns deles como é o caso de Letras, com diferentes habilitações. Os cursos aumentaram, o número de professores e alunos também, mas o espaço físico continua o mesmo. Disputamos dois laboratórios, uma única sala de professores, não existem salas de aula sufientes nem para fazermos reuniões.

4. Por que escolheu sua especialização na área de Novas Tecnologias?
Sempre me interessei pela área e quando comecei a ministrar a disciplina Introdução às Novas Tecnologias resolvi estudar mais profundamente a temática. Fiz a especialização em Educação e Novas Tecnologias da Informação e Comunicação e, em meu mestrado também aprofundei a pesquisa na área estudando a interatividade nos ambientes de aprendizagem online.

5. Poderia apontar os pontos negativos e positivos da “febre” das redes sociais?
As TICs têm provocado diversas mudanças em nossa sociedade, de modo a reconfigurar os espaços como os conhecemos, alterando também as relações sociais contemporâneas.Poderia citar inúmeras vantagens e desvantagens, mas acho muito simplista reduzir a discussão em lado bom e o lado mau das redes sociais ou pensar num determinismo tecnológico. O lado otimista poderia dizer que essas redes aproximam as pessoas e que com elas há uma maior circulação de informação; o lado pessimista diria, exatamente, o oposto, que acarreta o isolamento, e etc. As duas posturas desvinculam essas redes da realidade social que a circunda e esquecemos, assim, que as tecnologias são artefatos culturais.
Essas tecnologias digitais são produtos das nossas intenções e propósitos e do uso que fazemos delas. Conforme o nosso uso novas construções podem ser reinventadas e não podemos esquecer que as redes sociais são compostas por dois elementos essencias: os atores (pessoas , instituições, grupos) e suas conexões, interações. As peculiaridades dessas relações, nas redes sociais, se instituem na intersecção entre os aspectos humanos e os tecnológicos, de modo que só podemos compreêndê-las se formos capazes de reconhecer e levar em conta o conjunto complexo de fatores que que está em jogo.

6. Em sua opinião, as redes sociais podem ser utilizadas pelas organizaçoes como ferramentas de comunicação?
Sim, claro, mas temos que ter alguns cuidados. O primeiro deles é fazer um diagnóstico, para perceber a real necessidade da ferramenta e não apenas aderir por modismo. Se os públicos da organização não acessam a internet, não faz muito sentido investir nesse tipo de comunicação. Ou então, será necessário um trabalho prévio de conscientização desses públicos para que eles possam fazer uso desse tipo de comunicação. Um outro cuidado é o comprometimento por parte da empresa que passa pela definição de quem será responsável pela publicação e manutenção do veículo. É importante lembrar que o conhecimento da organização, de seus valores, princípios e políticas é essencial para o gerenciamento do instrumento, além da ciência da dinâmica da web e do dia-a-dia de um veículo desse tipo. Saber ouvir as críticas e interagir é fundamental, caso contrário de nada adiantará utilizá-las.