ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO AGENDA CULTURAL TÁ ROLANDO
fev 08

Nome Completo: Leonardo Santa Inês Cunha
Idade: 27
Formação: Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela UNEB; Pós-Graduação em Gestão Estratégica de pessoas (UNEB) e Mestrado em Educação e contemporaneidade (UNEB)
Atuação: Presidente da Associação dos Ex-Alunos da UNEB (Unex) e Professor auxiliar (Campus III)
Disciplinas que leciona: Sociologia da Comunicação; Comunicação e Filosofia e Planejamento da Comunicação.

1.Por que optou pela vida acadêmica?
Bem, primeiro por um histórico familiar: na minha família tenho pessoas que fizeram parte de fundação de cursos da UFBA, tem toda uma vocação envolvida de vivência com a vida acadêmica que eu presenciei desde os meus momentos em família. No meu momento como estudante de graduação da UNEB, eu achava interessante o contato que eu tinha com pesquisa, ainda que eu não tenha feito iniciação científica, mas em eventos científicos, eventos acadêmicos. Então desde a segunda metade do curso eu já tinha claro o interesse em fazer um mestrado e ingressar na vida acadêmica, e eu já atuava como professor,comecei atuando em alguns projetos dentro da universidade, cursos pré-vestibulares como o próprio da UNEX. Eu tinha gosto pela docência, acho que foi por conta dessas três coisas, trajetória familiar, a vivência dentro da academia, o gosto pela docência, por dar aula e essa troca com os estudantes e a curiosidade pela pesquisa científica.

2.Comente sobre sua vida acadêmica
Após eu ter concluído meu curso de graduação, eu já tinha pesquisado, pensado no tema que eu optei no mestrado: programa de responsabilidade social, tanto do ponto de vista da comunicação das empresas, para legitimar sua imagem, como no impacto que tem para os projetos educacionais. Desde a graduação, tenho curiosidade por este objeto, então, pouco depois de ter concluído, eu ingressei na pós-graduação em Gestão de Pessoas que contribuiu mais para minha formação profissional do que propriamente acadêmica, até pela minha experiência na UNEX. Mas foi no mestrado que eu passei a ter uma vida acadêmica mais fértil, com participação em eventos, publicações científicas. Recentemente, ingressei na universidade no curso de Comunicação como professor, que era um desejo antigo, já estou construindo um projeto de extensão em parceria com os alunos sobre planejamento de comunicação para movimentos sociais, que é meu tema de estudo hoje.

3.Qual o motivo de ter escolhido essas áreas para pós-graduação?
Sobre a pós em Gestão Estratégica de Pessoas, eu pensei em fazer porque eu já atuava como coordenador na UNEX, já fazia parte da diretoria e aqui a gente lida hoje com 55 profissionais vinculados - colaboradores, funcionários, professores-, então a gente tem uma gama muito diversificada de públicos e na gestão da entidade eu sentia necessidade de uma formação técnica para gerir esses relacionamentos. Minha procura na pós foi nesse sentido. O mestrado foi para dar seguimento à minha vida acadêmica, para continuar a pesquisa que eu já tinha começado no trabalho de conclusão de curso e porque eu sempre tive esse desejo de retornar como professor da universidade, desenvolver pesquisa e encontrei aqui dentro esta possibilidade.

4.Como você se tornou presidente da Associação dos Ex-Alunos (Unex) da UNEB?
Mesmo antes de concluir a graduação eu já tinha uma relação com a UNEX. Eu comecei trabalhando na associação como professor de Redação no curso pré-vestibular, depois me tornei coordenador desse pré-vestibular, até ser convidado para fazer parte da diretoria e convidei outras pessoas que são próximas a mim e nós montamos a equipe que está hoje à frente da UNEX.

5.Quais são as atividades oferecidas pela UNEX?
A UNEX tem dois eixos de trabalho: a principal é possibilitar o egresso dos cursos de graduação e pós-graduação da universidade uma ponte de contato, de vínculo com a universidade, que em geral acontece através de projetos que financiamos, apoiamos, desde projetos de extensão de ex-alunos a eventos acadêmicos. Então, nós criamos espaço dentro da universidade para que esse ex-aluno possa atuar. O principal é o pré-vestibular que tem como professores alguns ex-alunos e onde toda a coordenação é composta por ex-alunos; e o curso de idiomas que é o nosso segundo eixo, e que da mesma forma desenvolve projetos de extensão em parceria com a UNEB, para atender a comunidade e fazer a UNEB cumprir os compromissos institucionais que ela tem: democratizar o ensino superior, tornando a universidade mais acessível. Tudo isso em parceria com ex-alunos.

6.Como ex-aluno e funcionário da universidade, o que a UNEB tem de bom e o que precisa melhorar?
A UNEB é um espaço muito acolhedor se a gente comparar com outras universidades que tem uma trajetória acadêmica mais antiga. O estudante que ingressa na UNEB tem muitas possibilidades de atuação e, se ele deseja essas possibilidades, ele tem o suporte da universidade, isso eu vivenciei como aluno e como ex-aluno eu vivencio. Acho que a UNEB é um pouco mais aberta, generosa com as pessoas que querem construir coisas em parceria com a universidade. Uma coisa que eu admiro muito na UNEB também é essa aproximação que ela tem com pautas populares. Acho que a universidade pode ainda consolidar toda a produção que os professores já têm com mais programas de pós-graduação. Nesse ponto talvez ela precise amadurecer mais em relação à UFBA e a outras instituições estaduais.

 

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